quarta-feira, 20 de maio de 2009

Lamentavelmente, para mim, convenhamos, não tenho conseguido actualizar este blogue com a periodicidade que era minha obrigação cumprir.
Ando demasiado absorvido com algumas questões e com novos projectos profissionais que não há hipotese de ter tempo para o blogue.
Aos leitores e ao meu próprio sentido de disciplina, peço desculpa!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

«O que acontece na Queima...
morre na Queima!»

quinta-feira, 7 de maio de 2009

[791.] - iHoje...

Nasceu o i.
Eu estava expectante. Porque fico sempre entusiasmado quando nascem projectos editoriais. Porque acompanhei o crescimento deste. Porque sei que nasce de um grupo económico que se quer afirmar no jornalismo e no jornalismo regional de modo muito particular. Porque... porque sim!
Comprei o primeiro número e não me pareceu mal. Traz um novo conceito de organização que ainda não pude avaliar. Hoje vou ler atentamente e esperar pela edição com revista, no sábado, para tirar a coisa a limpo.
Para já pareceu-me aprovado. Vou comprar os próximos números e... i a ver vamos!

terça-feira, 5 de maio de 2009

[790.] - Mercurii dies

Dar sentido aos caminhos
O concelho da Mealhada como rota de peregrinações

São milhares os peregrinos que nas últimas semanas atravessaram o concelho da Mealhada a caminho de Fátima. Nos próximos dias esse número aumentará e serão mais notados os grandes grupos que fazem a sua peregrinação ao altar do Mundo — o santuário mariano de Fátima. Nos últimos anos tem-se intensificado, também, o número de peregrinos que, em sentido contrário, ruma a Santiago de Compostela, percorrendo o caminho — considerado património cultural mundial pela UNESCO — até ao túmulo do apóstolo São Tiago Maior, na Galiza.
As centenas de milhares de pessoas que, nestas peregrinações — embora com perfis distintos —, atravessam a região da Mealhada podem constituir uma mais-valia para o concelho em termos culturais, em termos sociais, em termos de vida associativa, em termos económicos, em resultados e em investimentos. Consideramos, ainda, que se trata de uma potencialidade que está por explorar, e cujo aproveitamento urge. A situação económica do país e do Mundo, com um reflexo importante na vida das pessoas que precisam de apoio espiritual, fará aumentar o número de peregrinos para Fátima. A grande divulgação que está a ter, nas publicações da especialidade, o caminho português da peregrinação jacobeia — a Santiago de Compostela — e o facto de 2010 ser ano santo compostelano — Ano Jacobeo — farão aumentar, também, o número de peregrinos para Santiago.
A história do concelho da Mealhada remete-nos para um património de hospitalidade, de acolhimento aos que passam e partem. Bastaria lembrarmos o próprio nome da Mealhada — de meadela, cruzamento de caminhos —, os relatos de viajantes que registaram para a posteridade a existência do povoado, mas também a importância e os reflexos do entroncamento ferroviário da Pampilhosa e da permanência sazonal de aquistas no Luso. Como ponto importante numa rota de peregrinações — as de agora e as de outrora — o concelho da Mealhada é uma plataforma para viajantes, um entreposto de culturas.
Tendo-nos debruçado sobre este assunto, juntamente com um grupo de amigos e de peregrinos, questionámo-nos sobre até que ponto não seria válida a ideia de se constituir uma associação que pudesse chamar a si as tarefas necessárias para fazer o referido aproveitamento, para a região e para o concelho da Mealhada, em particular, das potencialidades que fazem parte das rotas de peregrinos de Fátima e de Santiago. Uma associação que poderia ser formada por pessoas, individualmente consideradas, ou, de modo preferencial, por colectividades de várias naturezas que cumprem já importante ajuda na assistência aos peregrinos. Referimo-nos, por exemplo, à Delegação Concelhia da Cruz Vermelha Portuguesa, à Ordem de Malta e aos escuteiros dos vários agrupamentos do concelho.
Esta associação poderia organizar, de forma coordenada, toda a assistência na saúde a prestar aos peregrinos, não só na rota de Fátima no sentido norte-sul, mas também na rota do Buçaco, que segue pela Pampilhosa para Coimbra. Uma assistência que, mesmo fora do grande fluxo de Maio, poderia ser garantida com o apoio do Hospital da Misericórdia da Mealhada, por exemplo.
Outra das tarefas importantes que há a fazer no âmbito da assistência aos peregrinos é na marcação e na sinalização dos caminhos. Há muitos peregrinos de Fátima, principalmente, que arriscam muitas vezes a sua segurança por não conhecerem alternativas. Interessa marcar o caminho, o mais seguro, e sinalizar tudo o que possa constituir uma ajuda a esses caminhantes — fontanários, comércio local (supermercados, farmácias, lojas de calçado, etc.), telefone público, multibanco, capelas e igrejas, casas de banho públicas. Neste âmbito interessaria distinguir o perfil dos peregrinos de Fátima dos de Santiago. Os peregrinos de Fátima — entre os quais, há um número significativo de pessoas com idade mais avançada — preferem a velocidade, querem chegar o mais rápido possível, arriscam meter-se por atalhos, mesmo que com menos segurança, para atingirem o seu objectivo. Os peregrinos de Santiago, por outro lado, a semanas de chegarem ao destino, são mais contemplativos, procuram desfrutar da paisagem, da cultura e da gastronomia das zonas por onde passam, procuram passar pelos centros históricos e evitam as estradas alcatroadas nas ligações entre localidades. São, em largo número, estrangeiros, jovens e de meia-idade. Fará sentido, por isso, alterar as rotas habituais com percursos mais adequados a cada um destes dois tipos de peregrinos.
Há, ainda, um manancial de possibilidades para a promoção de outras características do concelho junto de quem passa pelas terras do município e pode levar daqui vontade de regressar. E há todo um aproveitamento cultural que se pode tirar deste fenómeno de peregrinação — pela investigação de peregrinos famosos, do legado deixado por centenas de anos de passagem de viajantes, pela própria história dos caminhos de Fátima, por exemplo — com a realização de debates, exposições, publicação de trabalhos escritos sobre o assunto. Note-se, a título de curiosidade, que a tarefa de marcação do caminho de Lisboa ao santuário de Fátima — num modelo próximo do que preconizamos — foi levada a cabo pelo Centro Nacional de Cultura.
A ideia que se nos apresentou passa pela associação de pessoas e colectividades na realização deste tipo de acções que nos parecem essenciais. Não enjeitamos, no entanto, que esta actividade deva ser acompanhada pelas autarquias locais e pelas estruturas paroquiais e diocesanas da Igreja Católica. Entendemos, até, que, na ausência de acção ‘popular’, possam ser a Câmara Municipal da Mealhada, as Juntas de Freguesia e as associações que assim o entendam a pôr mãos à obra e ajudarem a fazer caminho, a dar, e a ajudar a dar sentido a este mesmo caminho, que é de busca do divino e, acima de tudo, de descoberta pessoal.

sábado, 25 de abril de 2009

[788.] - 25 de Abril


Reflexões para um eventual discurso
Já houve tempos em que precisei de pensar em discursos - mais em escrevê-los do que a dizê-los. Discursar sobre o 25 de Abril não é fácil. E não é fácil porque todos dizem o mesmo há trinta e cinco anos. Mesmo arriscando, é hoje fácil perceber que já na quarta feira era possível antecipar que a tónica discursiva deste dia seria a de apelo ao voto enquanto garante da sustentabilidade do regime. Os discursos do Presidente da República e do Presidente da Assembleia da República foram exactamente nesse sentido.
Notei, também, e na Mealhada isso foi claro e até sublinhado pelo presidente da Câmara, o tom pesado e desiludido com que este aniversário está a ser vivido. Parece que nada correu bem, não há quem elogie, não há reflexão que conclua que o Golpe de Estado foi determinantemente positivo para o país e para todos os portugueses. É preferível sublinhar as ausências, é preferível dizer mal. É horroroso. Já ouvi hoje, mais do que uma vez, "Não foi para isto que eu fiz a Revolução". Pois eu lamento.
A maior conquista do 25 de Abril, no meu entender, é a da responsabilização do cidadão face ao seu futuro. Deixou de haver um Estado que determinava o que cada pessoa poderia ou não fazer, que conduzia a economia, que governava acima dos portugueses, para passar a haver uma representação directa e participativa de cada cidadão nos destinos da Nação. Ou seja, deixou de haver um Eles, para passar a haver só um Nós.
Bem sabemos que não é bem assim que as coisas se passam. E se os portugueses continuam a ter na sua herança genética um anti-parlamentarismo radical, também na sua genética colectiva está a a demissão completa da sua responsabilização na vida colectiva. São sempre os outros. Eu não preciso de votar porque eles se governam, porque eles roubam, porque eles são uns filhos da puta. Nunca vale a pena fazer nada.
Não vale a pena saber porque razão é que se os capitães fizeram o golpe. Interessa fazer lembrar que não se resignaram.
E se eles não se resignaram também não somos nós que nos vamos resignar. Nós que somos mais preparados, que somos mais cultos, mais globalizados, com mais consciência cívica e internacional.
Ainda não atingimos o nosso limite, ainda não chegámos ao fundo do posso. Mas se algum lá chegarmos teremos a oportunidade de fazer o nosso 25 de Abril e o nosso 25 de Novembro. Para já é preciso construir a democracia, a participação livre e democrática das pessoas. Eu nem sou republicano, mas é preciso que vingue a ideia de que não há Eles e o Eu, há o Nós, e que é possivel a todos o exercício do poder e da auto-determinação pessoal.
Nasci 5 anos depois do 25 de Abril, e estou grato por isso. É claro que valeu a pena.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

[787.] - Hoje...



... é Dia de São Jorge, patrono do Escutismo
«Arraial! Arraial! Por São Jorge! Por Portugal!»
Sinal de Nuno Alvares Pereira para ataque em batalha

Agrupamento 1037 Sant'Ana - Mealhada a 18 de Abril de 2009,
dia da XIX.ª Promessa de escuteiros e da V.ª Promessa de Dirigentes

quarta-feira, 22 de abril de 2009

[786.] - Hoje...

Dia Internacional da Terra
22 de Abril

[785.] - Mercurii dies

Duas notas de portugalidade

25 de Abril em 2009

No próximo sábado comemora-se, em Portugal, o 35.º aniversário da Revolução dos Cravos. Num tempo de grave crise financeira, económica e social, adivinha-se um fim-de-semana acalorado com a oportunidade que a data proporcionará para uma jornada de luta da parte dos partidos da oposição, dos sindicatos e de grande número das ‘corporações’, nomeadamente as ligadas à administração da Justiça. A uma semana do aniversário da revolução serena que pôs fim ao Estado Novo, o Chefe do Estado irritou o primeiro-ministro ao pedir que se evitem a tomada de medidas populistas e a estratégia de governar para as estatísticas. Em contra-ataque, o chefe do Governo fez saber que era inútil a ‘política do recado e do remoque’ e que o país precisa mais de políticos que anunciassem o que há a fazer que daqueles que sublinham o clima de pessimismo e derrotismo.
Mas está mais que visto que os discursos do 25 de Abril se vão centrar no apelo à participação eleitoral dos portugueses nas eleições de 2009 — Europeias, Autárquicas e Legislativas.
Só de modo muito leve, possivelmente de modo completamente inconsequente, se falará nas reformas do aparelho do Estado que precisamos que sejam tomadas; na administração pública — administração pública que hoje está a tolher completamente o desenvolvimento do país ao ter em lugares de liderança pessoas completamente impreparadas; no sistema político, que está a matar a participação democrática dos cidadãos; na educação dos portugueses para a cidadania, para o patriotismo, para as regras do confronto democrático.
Os discursos do PS, PSD e CDS falarão da Europa unida e forte como uma necessidade premente para a retoma económica e para a saída da crise. A CDU e o BE dirão que é por culpa da Europa que estamos em crise social. Todos exaltarão o poder local democrático como a mais importante conquista de Abril. O PS falará da necessidade de estabilidade política e todos os outros partidos falarão da necessidade de mudança, de alternativas. O Presidente da República prosseguirá na exaltação dos bons exemplos que permitem que não percamos a auto-estima, e os sindicatos, na Avenida da Liberdade, falarão do desemprego, da precariedade social, e das limitações legisladas a respeito do sigilo bancário… Ao som do tema “Sem eira nem beira” dos Xutos e Pontapés.

Nuno Álvares Pereira, herói e santo

Será canonizado no domingo, 26 de Abril de 2009, em Roma, o Beato Nuno de Santa Maria, nome religioso, depois de se ter tornado carmelita, de Nuno Alvares Pereira (1360-1431). Condestável do Reino de Portugal (chefe militar), D. Nuno foi o braço direito do Rei Dom João, Mestre de Avis, nas batalhas que asseguraram as condições necessárias para que, no processo de sucessão ao trono de Portugal por morte de D.Fernando se respeitasse a legitimidade deste príncipe, reconhecida pelas Cortes de Coimbra. Batalhas que travaram a ofensiva de Dom João de Castela, genro do rei morto, e que cuja coroação colocaria em causa a independência de Portugal. Trata-se, portanto, de um herói nacional.
Nuno Alvares Pereira foi, ainda, sogro do primeiro duque de Bragança e, por isso, ascendente de todos os reis portugueses da Dinastia de Bragança, que reinou em Portugal durante 270 anos.
Homenagear e levar aos altares um herói da independência e da luta antiga entre portugueses e castelhanos é, em tempos de unidade europeia, curioso. Mas nem por isso deve ser diminuída a sua importância. Trata-se de uma extraordinária oportunidade para insuflação da auto-estima de Portugal e dos portugueses, católicos e não católicos, monárquicos e republicanos, conservadores e progressistas. A este propósito, aconselhamos a leitura do livro do antigo Bispo do Porto, Dom António Ferreira Gomes, de 1931, intitulado “Nuno de Santa Maria, herói e santo” da editora Aletheia. Trata-se de um conjunto de interessantes textos escritos por um homem extraordinário a propósito desse português medievo que tinha já uma concepção moderna, formada e muito concreta do que deveria ser o futuro de Portugal como Nação. Em tempo de crise o Santo Condestável é ícone da resistência e da esperança de que todos precisamos para sobreviver.

Editorial do Jornal da Mealhada de 22 de Abril de 2009

quarta-feira, 15 de abril de 2009

[784.] - QUEM?

Paulo Rangel foi a melhor coisinha que Manuela Ferreira Leite arranjou para encabeçar a Lista do Partido às Europeias?
Mas estará tudo doido?
Ferreira Leite passou-se?
Demorou meses a arranjar... isto?
É mau de mais para ser verdade!

domingo, 12 de abril de 2009

[780.] - 'Ecce homo'

Segundo um estudo da BBC, feito há uns anos, esta seria a mais aproximada aparência que teria um judeu, nascido na Galileia há dois mil anos, com ascendência da Casa de David. Dito de outra forma esta cara seria o mais próximo a que a ciência pode chegar da verdadeira fisionomia de Jesus Cristo.

Nunca a vi nos altares... nem nada parecido... mas gostava!

[779.] - Hoje

... É Dia da Páscoa.

Páscoa para os Judeus, o Povo da Primeira Aliança, e Páscoa para os Cristãos, o Povo da Segunda Aliança... Ou pura e simplesmente o Primeiro Domingo depois da primeira Lua Cheia depois do Equinócio da Primavera.

«Hoje é o Dia da Vitória Suprema. Que a noticia dessa alegria nos inspire e seja Força em nós para superarmos as nossas dificuldades. A vida eterna alcança-se pelo sofrimento, mas alcança-se!»
Boa Páscoa!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

[775.] - Mistérios da Páscoa (1)

Encomendação das Almas
Monsanto - Beira Baixa - Portugal

Nas sexta-feiras da Quaresma grupos de homens e de mulheres, a partir da meia noite, pelas ruas rezam e cantam para lembrarem e pedirem pela salvação das Almas dos que já morreram.

domingo, 5 de abril de 2009

[773.] - Hoje

Começa a SEMANA SANTA
E, quando se aproximaram de Jerusalém, e chegaram a Betfagé, ao Monte das Oliveiras, enviou, então, Jesus dois discípulos, dizendo-lhes: Ide à aldeia que está defronte de vós, e logo encontrareis uma jumenta presa, e um jumentinho com ela; desprendei-a, e trazei-mos.
E, se alguém vos disser alguma coisa, direis que o Senhor os há de mister; e logo os enviará.
Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta, que diz:
Dizei à filha de Sião: Eis que o teu Rei aí te vem, Manso, e assentado sobre uma jumenta, E sobre um jumentinho, filho de animal de carga.
E, indo os discípulos, e fazendo como Jesus lhes ordenara, Trouxeram a jumenta e o jumentinho, e sobre eles puseram as suas vestes, e fizeram-no assentar em cima.
E muitíssima gente estendia as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos de árvores, e os espalhavam pelo caminho. E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo: Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!
E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, dizendo: Quem é este?
E a multidão dizia: Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galileia.
E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas;
E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões.
E foram ter com ele no templo cegos e coxos, e curou-os.
Vendo, então, os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se, E disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?
E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia, e ali passou a noite.
MATEUS 21, 1 17

[778.] - Hoje...

... A Igreja Católica, para além do Domingo de Ramos, que abre a Semana Santa, realiza, também, a XXIV Jornada Mundial da Juventude.
O Papa Bento XVI, como não podia deixar de ser, dirigiu aos jovens uma mensagem que pode ser lida AQUI. No entanto, não posso deixar de aqui citar a parte final da sua mensagem invocando a figura de Santa Maria, mãe de Jesus, e utilizando as palavras de uma conhecida exortação de São Bernardo, inspirada no título de Maria Stella maris, Estrela do mar:
"Tu que na instabilidade contínua da vida presente, te vês mais a flutuar entre as tempestades do que a caminhar na terra, mantém fixo o olhar no esplendor desta estrela, se não quiseres ser aniquilado pelos furacões. Se insurgem os ventos das tentações e te encalhas entre as rochas das tribulações, olha para a estrela, invoca Maria... Nos perigos, nas angústias, nas perplexidades, pensa em Maria, invoca Maria... Seguindo os seus exemplos não te perderás; invocando-a não perderás a esperança; pensando nela não cairás no erro. Amparado nela não escorregarás; sob a sua protecção nada recearás; com a sua guia não te cansarás; com a sua protecção alcançarás a meta" (Homilias em louvor da Virgem Mãe, 2, 17).

sábado, 4 de abril de 2009

[772.] - Requiescat In Pace

Faleceu esta tarde Manuel Joaquim Pires Santos, o dr.Manel Joaquim do Murtal. Foi o homem com o perfil e o currículo politico mais vasto no concelho da Mealhada. Era um homem notavel, maçon, um democrata classico da escola maçónica socialista.
Lamento o seu desaparecimento.
Que descanse em Paz.