«Depois acrescenta-se que a nossa Constituição ter os donos vivos e os donos não gostam que se lhes mexa na propriedade e querem tudo no sítio onde o colocaram há 35 anos. E há também, numa Constituição que já foi remexida dezenas de vezes, muitas vezes inutilmente por causa da Europa, o facto de ela ser simbólica à esquerda, sacrossanta e até um pouco de fetiche, o que em tempo de vacas magras ideológicas conta.»
José Pacheco Pereira, 'A querela constitucional', na rubrica 'A Lagartixa e o Jacaré', na Revista Sábado de 22 de Julho
quinta-feira, 29 de julho de 2010
[1113.] Visto isto
quarta-feira, 28 de julho de 2010
[1112.] Dias vencidos 24 a 28.07.10
Eu tinha começado a trabalhar com o Núcleo em 2004, com a organização de um mítico Curso de Guias em Cernache, e fui prosseguindo na chefia da equipa do campo da III que organizou o AEP em Quiaios, e depois mais dois Cursos de Guias... até ser cooptado para a Junta de Núcleo em Dezembro de 2006.
Ao assumir as responsabilidades pedagógicas do Núcleo estabeleci, imediatamente, duas prioridades: - a de encontrar uma equipa alargada e versátil; - e a de apresentar um plano trienal de actividades com objectivos claros de enquadramento, de crescimento e de melhoria da qualidade da oferta pedagógica.
A primeira prioridade, que o Núcleo já havia assinalado como importante na avaliação do ACANUC de N.ª Sr.ª do Chão de Calvos, foi concretizada imediatamente (apesar de eu ser uma nódoa a fazer equipas). A segunda conseguiria fazê-la aprovar por unanimidade alguns meses depois, no Conselho de Núcleo.
«Crescer passo a passo» foi o tema trienal para um mandato que se pretendia de pedagogia da preparação, da vivência e da avaliação da actividade maior que o método escutista proporciona: o Acampamento.
No primeiro ano do triénio - "O Primeiro Passo" -, em Novembro de 2008, fizemos um acampamento em Seixo de Mira onde choveu terrivelmente, que ajudou a trabalhar a dimensão da preparação que, em casa, temos de ter para que o acampamento corra bem. No segundo ano do triénio - "Ser Construindo" - , em Novembro de 2009, demos inicio ao trabalho da dimensão da realização e da vivência do acampamento. Começámos com a utilização do Método do Projecto - e o consequente envolvimento dos escuteiros - no Curso de Guias de Cernache. Trabalhámos a coisa durante largos meses e o acampamento - o 5.º ACANUC - começou a 24 de Julho, em Penacova.
"Ser Construindo" era o grande tema do ano. Para isso, a ideia da CONSTRUÇÃO de uma catedral - como imagem da construção pessoal que o acampamento e a vivência em ambiente escutista (com os valores, a Lei do Escuta, o sistema de patrulhas levado ao expoenete máximo, e o aprender fazendo) proporciona - pareceu-nos adequado. Baseados na história narrada por Ken Follet no romance histórico "Os Pilares da Terra", recriámos uma cidade medieval. Procurámos, ainda, recriar não só uma mera cidade, mas a Civitas ideal idealizada por B.-P., que ao fundar o escutismo buscou formar "a próxima geração de líderes" comunitários. Esta cidade - Pax Hill, o nome da emblemática propriedade onde B.-P. viveu a sua vida depois de ter fundado o escutismo, 'Colina da Paz' - procurou ser a cidade de lona, perfeita e de acordo com o sonho do fundador.
Ainda não tenho uma visão completa da avaliação da actividade. Mas há generalidades, comummente aceites (digo eu), que me enchem de orgulho em mais esta realização de uma equipa esforçada e que, genericamente, trabalha com eficiência e eficácia. O imaginário revelou-se uma mais-valia, as actividades foram arrojadas quanto-baste, não se registaram problemas de saúde ou conforto dignos de registo, a postura pública dos dirigentes foi muito positiva, o impacto na comunidade de Penacova e Lorvão foi extraordinariamente positivo.
Há, portanto, e para já, razões para considerar esta actividade como um sucesso!
[1118.] Hoje
Seis anos... como o tempo passa!
domingo, 25 de julho de 2010
[1111.] Hoje
quinta-feira, 22 de julho de 2010
[1109.] Dia vencido 22.07.10
quarta-feira, 21 de julho de 2010
[1094.] Mercurii dies
Vítor Matos, presidente da Junta de Freguesia da Pampilhosa, afirmou, um dia, numa sessão de inauguração de uma qualquer iniciativa na vila, que a Pampilhosa era “um farol de cultura no concelho da Mealhada”. A imagem é humorada, mas é, também, muito interessante. Também de Carlos Cabral, presidente da Câmara Municipal da Mealhada e pampilhosense, é conhecida a declaração de que a Pampilhosa é uma terra de associações onde sempre se praticou a democracia, mesmo quando o país vivia em ditadura. Estas duas ideias, intimamente ligadas, não podem deixar de ser citadas quando se vive um mês em que a Pampilhosa marca, de forma total e notória, o panorama cultural do concelho da Mealhada.
A PampiArte, a exposição com vinte cinco artistas plásticos, a exposição dos trabalhos das crianças sobre a “Pampilhosa do Futuro”, a edição de quatro selos alusivos aos 25 anos da elevação da Pampilhosa à categoria de vila, a actuação de um grupo folclórico cossaco, as actuações, o intercâmbio e a recepção da Filarmónica Pampilhosense à Real Filarmónica de Hendersem, na Bélgica, e o XXIII Festival Internacional de Folclore da vila da Pampilhosa – promovido pelo Grupo Regional da Pampilhosa do Botão –, a 31 de Julho, são iniciativas que, individualmente, numa qualquer localidade do concelho – em Luso ou na Mealhada, nomeadamente, mereceriam atenção por serem feito assinalável. Acontece que estas iniciativas, promovidas pela Junta de Freguesia e pelas associações, e não pela Câmara Municipal, acontecem ao mesmo tempo e num período de quinze dias, enquanto decorrem as festas em honra de Santa Marinha, padroeira da Pampilhosa.
A Pampilhosa é, de facto, um caso de estudo num concelho em que o movimento associativo parece estar excessivamente dependente da Câmara e onde o ritmo das iniciativas é muito diferente. Não dizemos que não haja actividades de grande valor nas outras freguesias. Mas temos de reconhecer que o volume de iniciativas de qualidade, ao mesmo tempo, na Pampilhosa, é facto digno de registo e de elogio.
Fruto de uma tradição proletária, mais comunitária, de envolvimento nas associações locais. Fruto de uma herança de vivência de valores de Igualdade, Liberdade e Fraternidade – de tradição maçónica – em muitas das colectividades da vila ferroviária. Fruto de um bairrismo, muitas vezes mal entendido, de auto-determinação e de vivência numa cultura de marcar pela diferença e pelo arrojo. Fruto de um ambiente de caldo de culturas que o mais importante entreposto ferroviário com a Europa proporcionou durante décadas. Todas estas podiam ser razões alvitradas para justificar a nossa concordância com a declaração de Vítor Matos: “A Pampilhosa é o farol de cultura do concelho da Mealhada”.
Há vinte e cinco anos, em 9 de Julho, por iniciativa da deputada do PCP pelo círculo eleitoral de Aveiro, Zita Seabra, a Assembleia da República votava, por unanimidade, a elevação da Pampilhosa à categoria de vila. Em 25 de Setembro seguinte, a Lei n.º67/85 promulgava a deliberação e tornava-a oficial e definitiva. Vinte e cinco anos passados, não há dúvida de que a Pampilhosa – a Junta e as suas colectividades – soube assinalar o aniversário com vitalidade e arrojo, mostrando que se trata de uma grande vila, digna desse nome e capaz de brilhar na região.
Editorial do Jornal da Mealhada de 21 de Julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
[1093.] Lunae dies... porque "recordar é viver"
A malta que foi a Macau - ao abrigo do Concurso Nacional de Jornalismo Juvenil - em Agosto de 1997 tem um grupo no Facebook com muitas fotografias fantásticas![1092.] Lunae dies...
domingo, 18 de julho de 2010
[1108.] Hoje
A ONU exorta os Homens a dedicarem, neste dia, 67 minutos a trabalho voluntário de servico aos outros!
É isso q vou fazer agora! Talvez um pouco mais!
What is Mandela Day?
- Mandela Day is an annual celebration of Nelson Mandela’s life and a global call to action for people to recognize their individual ability to make an imprint and change the world around them.
- Mandela Day has been created to inspire people from every corner of the world to embrace the values that have embodied Nelson Mandela’s life – democracy; equality; reconciliation; diversity; responsibility; respect and freedom – for these are the values of Nelson Mandela and they are his legacy to the world.
- Mandela Day aims to showcase the work of the Nelson Mandela charitable organisations (Nelson Mandela Foundation; Nelson Mandela Children’s Fund; Mandela Rhodes Foundation) and raise monies to support their continuing work.
- By connecting people with ways to act on Nelson Mandela’s values, we aim to empower every individual to make an imprint on the world.
- The Mandela Day campaign message is simple: Nelson Mandela has given 67 years of his life fighting for the rights of humanity. All we are asking is that everyone gives 67 minutes of their time, whether it’s supporting your chosen charity or serving your local community.
- Mandela Day is a global social movement – an umbrella idea – that does not discriminate, it’s open and lets in and embraces every organization that does good, whilst enabling people to serve their community and improve their lives.
- The Mandela Day brand icon represents Mr Mandela’s hand and the passing of the torch to each of us and our individual ability to make an imprint on the
world.- Mandela Day is not a holiday – it is a day for all of us to option and show that we can all make an impact.
[1110.] Hoje
sábado, 17 de julho de 2010
[1107.] Hoje
sexta-feira, 16 de julho de 2010
[1106.] Visto isto
«O Verão é a única estação e, nos seus movimentos, acaba por ser uma metáfora da vida espiritual".
Rainer Maria Rilke, recordado por Tolentino Mendonça, no Público.
[1104.] Dia vencido 16.07.10
1. - Eu até sou apologista do uso do termo Nação (não tenho medo nenhum da palavra), mas estes debates são muito mais sobre o Estado da REPÚBLICA sobre o Estado da Nação. A Nação é muito mais do que a República e nestes debates nem da República se fala em condições, quanto mais da Nação...
2. - Sócrates, o inveterável optimista, está completamente alheado da realidade da República. Os portugueses não precisam de CONFIANÇA, PRECISAM DE VERDADE
3. - Sócrates ataca a mão que lhe tem dado de comer, a do PSD. A ingratidão paga-se cara, com descrédito e com alheamento completo por parte das pessoas.
4. - Depois de Cavaco Silva e de Mário Soares (por esta ordem) Paulo Portas é o melhor político português eleito depois do 25 de Abril. Hoje esteve brilhante.
[1103.] Hoje
A história da Ordem Carmelita é muito interessante. Reza a tradição que o Profeta Elias fundou no Monte Carmelo, no Líbano, num jardim, um local onde esteve o resto da sua vida eremítica. O Profeta Elias foi um precursor do anúncio da vinda do Messias. Mais tarde, nesse mesmo monte, os cruzados decidiram criar ali um mosteiro e dar inicio à ordem carmelita, sempre declarando que a ordem teria tido origem em Elias. Seria, portanto, uma ordem cristã, nascida antes de Cristo. Esse primeiro mosteiro foi dedicado à Virgem Maria, tomando o nome de Nossa Senhora do Monte Carmelo ou do Carmo.
No Bussaco, no concelho da Mealhada, no século XVI, os carmelitas fundaram um deserto ermitico com um Convento. Como não podia deixar de ser Nossa Senhora do Carmo tem lá uma imagem, venerada, em lugar de destaque.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
[1105.] Dia vencido 15.07.10
«Deixai toda a esperança, vós que aqui entrais».
Um dia vou colocá-la.
A frase - "Lasciate ogne speranza voi che'intrate" - está, segundo Dante, "num letreiro escuro, escrita por cima de uma porta". A Porta é a do Inferno... [Divina Comédia, Canto III, 9]
quarta-feira, 14 de julho de 2010
[1091.] Mercurii dies em jeito de avaliação do Carnaval de Verão
É uma pena que o Carnaval de Verão na Mealhada, no passado domingo, 11 de Julho, não tenha merecido a adesão do público e, lamentavelmente, a presença de grande parte dos que, em Fevereiro, desfilam no corso no sambódromo Luís Marques. Dizemo-lo, porque consideramos que a ideia tem mérito, tinha justificação e, aparentemente, deveria ter tido adesão. Assim não foi, interessa pois avaliar as razões para que tal não tenha acontecido.
Somos dos que consideram o Carnaval como um espectáculo completo. Trabalhamos para que o evento possa considerar-se, e seja realmente, como a mais grandiosa e qualificada oferta cultural do concelho da Mealhada. Para isso, e por isso, organizamos o Concurso de Escolas de Samba. Por isso e para isso sentimos que temos a obrigação de incentivar a avaliação de tudo o que – tendo impacto público – possa estar relacionado com o Carnaval Luso-brasileiro da Bairrada. Temos de reconhecer que se o que o publico vê for bom – seja quando for –, então, isso é positivo para o Carnaval na Mealhada.
O espectáculo não começou a horas. Fez-se tempo para que chegasse mais gente... mas não começou a horas e isso é, neste ano especialmente, relevante. Houve a tentativa de homenagear os fundadores do Carnaval Luso-brasileiro, há 40 anos. Não resultou. Os fundadores não aderiram e a forma encontrada – associada, talvez, ao medo de esquecer alguém – mostrou-se fracassada. Em 2008, a alegoria dos "30 anos de Carnaval", e a imagem de alguns dos fundadores impressa em vinil, revelou-se muito melhor.
As escolas – genericamente – não se conseguiram mobilizar. Algumas nem sequer conseguiram ter figurantes para que desfilassem todas as alas que integravam o enredo apresentado em Fevereiro. Acreditamos que esse – a sazonalidade da mobilização – possa ser um problema das escolas mealhadenses, mas os seus dirigentes deveriam ter consciência disso. Algumas escolas – da Mealhada e não só – apresentaram um espectáculo paupérrimo que, infelizmente, não dignifica o carnaval luso-brasileiro. Se o nosso corpo de jurados tivesse sido convovado, certamente, atribuiria muitas notas cinco – o mínimo previsto no regulamento (que pode ser consultado no nosso sitio na internet – e algumas notas zero.
Houve aspectos positivos, o espectáculo proporcionado pelo grupo de Válega, em estilo "parada musical Disney", pode ser inspirador – porque enriquece o espectáculo e e faz diminuir a dependência das escolas de samba.
Fará sentido repensar o conceito de Carnaval de Verão, sem o abandonar totalmente, pensando que em Setembro – quando há o Festival de Samba que já é evento enraízado – também é Verão. Valerá a pena arriscar, novamente. Assim pensamos.
Opinião de Nuno Castela Canilho (Director do Jornal da Mealhada),
in Jornal da Mealhada de 14 de Julho
[1090.] Mercurii dies em dia de 'milestone'
O Jornal da Mealhada publica hoje a edição 800 da terceira série – nascida em 1987. É mais um marco num ano em que a empresa proprietária do jornal assinala o seu 25.º aniversário. O número 800 do JM chega a casa das pessoas numa altura em que se vive uma grave crise económica que, como todos já ouvimos falar, já chegou aos jornais. Nos últimos quinze dias encerrou o jornal diário ‘24 horas’, encerrou o jornal gratuito ‘Global’ e, no passado domingo, fez-se silêncio na frequência da estação do Rádio Clube Português.
Quando um jornal acaba, abre-se um vazio no nosso espírito colectivo e comunitário. Os vespertinos Diário Popular e o Diário de Lisboa acabaram há vinte anos – em tempo de vacas muito mais saudáveis – e continuam a fazer parte do nosso imaginário social.
O tempo não é de grandes festejos, mas importa sublinhar, mesmo que sujeitos à crítica do auto-elogio (que José Estêvão dizia ser como cuspir na sopa que se come), a sobrevivência do Jornal da Mealhada apesar de tantas vicissitudes sociais, económicas e financeiras que o país atravessa.
Vicissitudes que têm sido ultrapassadas, em larga medida, pelo facto de o Jornal da Mealhada ter uma implantação radicada em assinaturas pagas de leitores que quiseram usufruir de um serviço cómodo alicerçado numa componente de responsabilidade social muito forte. Num tempo de dificuldades – que se reflectem, naturalmente, na angariação e no preço da publicidade, e na redução da comparticipação do Estado no envio postal, o chamado ‘Porte Pago’ – é, uma vez mais, nos assinantes que se sustenta a sobrevivência de órgãos de comunicação social de interacção local e comunitária. Sobrevivência que, muitas vezes, obriga a que o preço da assinatura fique abaixo do preço do custo da própria publicação do jornal e que necessárias actualizações fiquem adiadas para melhores dias.
Apesar de compreendermos que é nas famílias, na casa de cada um, que as dificuldades mais severamente se fazem sentir, apelamos a todos os nossos assinantes para que regularizem a sua assinatura – dentro do que for razoável e exigível – e possam solidariamente contribuir para que, associada a esta crise económica e financeira não se somem crises de valores, de cultura, de interacção, e de informação – logo de democracia e de sentido cívico – que o encerramento de jornais e rádios necessariamente produz.
Editorial do Jornal da Mealhada de 14 de Julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
[1102.] Dia vencido 11.07.10
Curiosamente, é o XV Domingo do Tempo Comum, Ano C.
No Evangelho deste domingo, recita-se o evangelista Lucas - Lc 10, 25-37.
Precisamente no versículo 37, é dito:
"Disse, pois, Jesus: VAI E FAZ DA MESMA MANEIRA!"
[1101.] Hoje
Na iconografia, São Bento é retratado como um homem velho, vestido de negro (o hábito beneditino) com um báculo (sinal do poder do pastor), com uma mitra na cabeça (sinal do poder episcopal), com um livro e um cálice. Nalgumas representações tem também junto a ele um corvo ou uma serpente.
Na Vacariça, no concelho da Mealhada, no século X, há mais de mil anos, existia um Mosteiro de São Vicente da Vacariça, bubulense e de obediência beneditina. São Bento é, ainda hoje, orago na freguesia da Vacariça.
sábado, 10 de julho de 2010
[1100.] Dia vencido 10.07.10
Há momentos de impasse e frustração e, depois, sempre, há momentos de grande alegria. A gestão da ansiedade, o deleite do saborear a adrenalina é viciante e extraordinário. Ver gente, à nossa volta, a dar o litro, mesmo sem ver nem dar conta, é animador. Quando desanimam parece que me injectam nova dose de energia e dão-me ainda mais força que normalmente canalizo para lhes dar alento.
Será doentio?


