O jornal i de 01.01.13 faz uma análise na secção Zoom, que é bem clarificadora de uma série de coisas que se estão a passar na economia nacional: "Vida de Deputado não fascina empresários".
"Quase não há deputados empresários", diz o texto de Margarida Bon de Sousa, que assevera: "Investir, criar emprego, pagar salários ao fim do mês são experiências que só três eleitos pelo povo é que assumem" . E "só há um deputado que apresenta como função 'empreendedor' no currículo oficial"... mas a verdade é que dos 230 deputados, nenhum coloca como profissão "político", apesar de muitos nunca terem feito mais nada na vida... E até há deputados (no PS) que são "licenciados em licenciaturas" e "mestre em mestrados"...
Não será preciso (nem desejável) ser médico para ser ministro da Saúde... ou desempregado para ser ministro do Emprego... mas se calhar dava jeito - para não se cometerem atrocidades como a das máquinas novas de faturação em crise, ou a até há bem pouco tempo calamitosa situação dos ex-empresários serem considerados mal-feitores e não terem acesso a compensação por desemprego - haver mais empresários a governar (direta ou indiretamente) o país.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
[1559.] Lido... e clarificador!
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[1556.] Votos do "Melhor possível"!
O ano de 2012 não foi fácil. Não sei se vivemos ou se resistimos! O meu ano foi especialmente díficil!... Valeu a convicção de que a jornada é sempre menos tortuosa quando a fazemos acompanhados ou quando sabemos que alguém nos valerá se preciso for.
No final do ano 2012 o balanço acaba por ser positivo. O sofrimento também faz crescer e pudemos crescer este ano, como não pensávamos ser possível.
Obrigado aos meus amigos pelo 2012 e a todos votos de muita força para o que aí vem!
Resistamos!
No final do ano 2012 o balanço acaba por ser positivo. O sofrimento também faz crescer e pudemos crescer este ano, como não pensávamos ser possível.
Obrigado aos meus amigos pelo 2012 e a todos votos de muita força para o que aí vem!
Resistamos!
sábado, 29 de dezembro de 2012
[1558.] Lido... e esquerdificante!
O Diário de Notícias fez hoje o seu 148.º aniversário, e convidou o Manuel Carvalho da Silva para dirigir a edição especial. Claro que o convite, mesmo que seja inocente (e que não tenha qualquer intenção de dar relevância ao ex-sindicalista profissional da CGTP-in, no eventual caminho para a liderança do PCP, candidatura à Câmara de Lisboa ou candidatura presidencial), não esperava que o professor universitário fosse ideologicamente independente na edição que ia dirigir...
A entrevista a Lula da Silva (páginas 6 a 8) é "uma escolha natural", como diz o próprio MCS, que assina o texto. Não deixa de ser curioso o paralelismo da entrevista do sindicalista que quererá ser presidente ao sindicalista que foi e quer voltar a ser presidente...
O texto de Fernanda Câncio, "A China viu o futuro e é o Estado Social" é para rir! Diz a ex-primeira dama e jornalista alegadamente séria que "a China está no processo de aumentar salários e criar um Estado social". Na página 60: "Empreendedorismo é mito"
Cronistas da edição de aniversário? Carlos Carvalhas (página 15), Pepetela (página 46), Tarso Genro, ex-ministro do Governo Lula e governador do Rio Grande do Sul, pelo PT (página 47), José António Griñan, ex-ministro do Trabalho do governo espanhol de Gonzalez, presidente da Andaluzia e presidente do PSOE (página 47), Pilar Del Rio (página 54), Mário Soares (página 86) e Boaventura Sousa Santos (página 87). Manuel Clemente, bispo do Porto (página 42) para não ser demasiado esquerdoso?
O frente a frente entre Arménio Carlos e João Proença... parece ser a cereja em cima do topo do bolo, numa edição onde não uma foto sequer de Passos Coelho, Seguro e/ou Portas!
O DN de 29.12.12 parece desenhado para ser uma espécie de folhetim do "Congresso Democrático das Alternativas", aquela organização de Alfredo Barroso e Vasco Lourenço abandonaram por estar a ser manipulado pelas cupulas dos partidos da esquerda radical...
A entrevista a Lula da Silva (páginas 6 a 8) é "uma escolha natural", como diz o próprio MCS, que assina o texto. Não deixa de ser curioso o paralelismo da entrevista do sindicalista que quererá ser presidente ao sindicalista que foi e quer voltar a ser presidente...
O texto de Fernanda Câncio, "A China viu o futuro e é o Estado Social" é para rir! Diz a ex-primeira dama e jornalista alegadamente séria que "a China está no processo de aumentar salários e criar um Estado social". Na página 60: "Empreendedorismo é mito"
Cronistas da edição de aniversário? Carlos Carvalhas (página 15), Pepetela (página 46), Tarso Genro, ex-ministro do Governo Lula e governador do Rio Grande do Sul, pelo PT (página 47), José António Griñan, ex-ministro do Trabalho do governo espanhol de Gonzalez, presidente da Andaluzia e presidente do PSOE (página 47), Pilar Del Rio (página 54), Mário Soares (página 86) e Boaventura Sousa Santos (página 87). Manuel Clemente, bispo do Porto (página 42) para não ser demasiado esquerdoso?
O frente a frente entre Arménio Carlos e João Proença... parece ser a cereja em cima do topo do bolo, numa edição onde não uma foto sequer de Passos Coelho, Seguro e/ou Portas!
O DN de 29.12.12 parece desenhado para ser uma espécie de folhetim do "Congresso Democrático das Alternativas", aquela organização de Alfredo Barroso e Vasco Lourenço abandonaram por estar a ser manipulado pelas cupulas dos partidos da esquerda radical...
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[1555.] "Já não somos a força de outros tempos", diz M.
Ontem fomos ao cinema. Vimos o 23.º filme da saga James Bond, ainda com Daniel Craig, "Skyfall". Somos fãs da saga de Ian Flemming... e talvez por isso custe um pouco mais entusiasmarmo-nos com um destes filmes. Este filme de Sam Mendes não comprometeu. Gostámos.
O enredo não é original... a morte de Bond já está mais que gasta... aliás o próprio personagem reconhece que o seu hobby é ressuscitar... a vingança do espião traído já tem barbas... mas enfim... Gostamos de filmes Bond em que se desvenda alguma coisa do passado do espião mais clássico do cinema.
O filme (e a noite), para além da companhia, valeu por dois pormenores interessantes.
O da conversa entre o novo Q e James Bond sobre eficiência e inovação, e o da citação de M do poeta Alfred Tennyson.
«Though much is taken, much abides; and though
We are not now that strength which in old days
Moved earth and heaven; that which we are, we are;
One equal temper of heroic hearts,
Made weak by time and fate, but strong in will
To strive, to seek, to find, and not to yield.»
Lord Alfred Tennyson, Ullisses
Tradução livre:
«Apesar muito ter sido tomado, muito permanece e, embora
Não sejamos agora aquela força que nos velhos tempos
Movia a terra e o céu; Nós somos, o que nós somos;
Um temperamento igual de corações heróicos,
Enfraquecidos pelo tempo e pelo destino, mas fortes na vontade
Para lutar, buscar, encontrar, e não se render.»
A diretora do MI6, Judi Dench, em M, personagem central deste filme, narrava assim a espionagem da modernidade e a história da necessidade de combate do inimigo desconhecido. O inimigo sem rosto, que hoje se disfarça de protector...
Muito interessante, se obrigar à reflexão.
Aguarda-se novo Bond... 50 anos depois do primeiro, com o inesquecível Sean Connery - que bem podia ser convidado para ser M.
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
[1554.] Outras mensagens aos portugueses.
Mensagem (de Agostinho da Silva) aos Portugueses
«O que quero de todos os portugueses é o seguinte: sejam curiosos; e que a organização em sociedade possa ser de tal maneira que eles possam satisfazer essa curiosidade completamente. E não para ganhar dinheiro, não para fazer figura, nem para ganhar cargo, mas para ser plenamente aquilo que é. Alguma coisa que ele sinta que o está desenvolvendo na mensagem única que tem que dar do mundo, de maneira que a minha mensagem para qualquer aluno de qualquer escola é: faça favor de cuidar da sua mensagem e não da minha. A minha foi, é só para dizer «cuide da sua», porque essa é que tem importância. E a mensagem será vossa na medida em que for o mais diferente possível da minha, ou de qualquer outra. Senão, para quê duplicados no mundo? Não é preciso. Para isso é que inventaram os carimbos. Eu não sou um carimbo de ninguém. »
Agostinho da Silva, in 'Entrevista'
«O que quero de todos os portugueses é o seguinte: sejam curiosos; e que a organização em sociedade possa ser de tal maneira que eles possam satisfazer essa curiosidade completamente. E não para ganhar dinheiro, não para fazer figura, nem para ganhar cargo, mas para ser plenamente aquilo que é. Alguma coisa que ele sinta que o está desenvolvendo na mensagem única que tem que dar do mundo, de maneira que a minha mensagem para qualquer aluno de qualquer escola é: faça favor de cuidar da sua mensagem e não da minha. A minha foi, é só para dizer «cuide da sua», porque essa é que tem importância. E a mensagem será vossa na medida em que for o mais diferente possível da minha, ou de qualquer outra. Senão, para quê duplicados no mundo? Não é preciso. Para isso é que inventaram os carimbos. Eu não sou um carimbo de ninguém. »
Agostinho da Silva, in 'Entrevista'
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
[1553.] A República do Rei Gaspar
Em dias de balanço de mais um ano politico em crise, os jornais e as revistas destacam a figura do Ministro de Estado e das Finaças, Vitor Gaspar, como a figura nacional do ano. De facto, a figura do tecnocrata calmissimo (às vezes dá a impressão que não lhe corre pinga de sangue) que veio de Bruxelas passou de desconhecido a amado... Sim, eu disse amado!
Há quem diga (Miguel Sousa Tavares, ontem, por exemplo) que Gaspar manda mais no Governo e no País do que o próprio Passos Coelho. De facto, é capaz de não ser mentira. Em Portugal, desde 1926 que é assim. Com exceção dos anos em que o ministro das Finanças foi o próprio Chefe do Governo, o titular das Finanças sempre foi o mais poderoso do Governo. Cavaco, na sua autobiografia politica, explana, largamente, essa ideia e essa tradição.
O ministro das Finanças sempre exigiu ter poderes reforçados num Governo - seja ele ou não de auteridade -. Poderes nas autorizações de despesa, na planificação de investimentos... sempre. Muitos foram os ministros que sairam por causa desta supremacia política de governantes que nem sempre são políticos profissionais.
Portanto, não é diferente com Gaspar.
Mas eu disse que Gaspar era amado? Disse...
Se não fosse amado será que tinha tido tanta preponderância neste Natal? Desde o bolo-rei austero na Pastelaria coimbrã Vasco da Gama, passando pelo rei mago com olheiras, cara pálida e sem camelo, que bebe Licor Beirão e pede factura... em nome do burro, ou pelo paizinho com voz fina que cortava a barba do pai Natal em 50% e corria tudo a meias... se não fosse a mulher a mandar lá em casa...
Não é isto amor?

[1552.] Da esperança... a mais e a menos...
As mensagens de Natal tornaram-se habituais nos meios políticos nacionais. Uma forma de chegar às pessoas, diretamente, em dia de festa, estilo "Conversa em Família", na aproximação entre os líderes e os liderados. A ideia é britânica e a Rainha de Inglaterra é a catedrática no formato (este ano, de Jubileu, até o fez em 3D).
Passos Coelho, o primeiro-ministo, voltou a cumprir a tradição e apresentou-se, em tom próprio, pouco ecuménico, sem árvore de Natal, mas com o presépio sem burro (Vista Alegre?) na retaguarda. Não caiu o nosso presidente do Governo no extremo do Chefe de Estado espanhol, o recentemente intervencionado à anca, Don Juan Carlos, que discursou este ano... sentado na secretaria...
A mensagem de Pedro Passos Coelho na televisão foi de severidade, ao estilo Ferreira Leite (o da Verdade por muito que custe)... com um toque esperançoso demasiado lapaliciano: "Os dias mais felizes e mais prósperos estão à nossa frente". É verdade. Um dia isto há-de acabar e teremos dias mais felizes e mais prósperos. Não se sabe é quando... convenhamos.

Já com a mensagem, ontem, no Facebook, Pedro Passos Coelho deu azo a um tom que, convenhamos também, já começa a ser um bocadito salazarento... A ideia dos "felizes dos pobrezinhos" não pode ser aceite de animo leve por ninguém. Pode pensar-se nela, pode, um dia no Futuro, ser vista com "orgulho" - como o primeiro-ministro sugere - mas hoje doi e por isso não se vê nela qualquer vantagem. Há coisas que não se verbalizam... ainda... e hoje ainda não dá para se ver o lado bom do sofrimento... pelo menos para os não-católicos.
O primeiro-ministro, ao fim de um ano e meio de mandato, continua a ser criticado mais pelo que diz, ou como diz, do que do que faz ou como faz. Já ia sendo tempo de pedir nova assessoria de comunicação no sapatinho. Não?
Já o discurso natalicio do líder da oposição foi - na minha humilde opinião - de cortar os pulsos.
Se Passos acha que chega ao coração pela via salazarenta do elogio do nobre e sofredor povo português, já Seguro apresenta-se pela esquerda chavista a pedir a lágrima ao ouvinte, recordando e chamando à memória mais visual cada uma das misérias humanas... à venezuelana... talvez tenha faltado a banda sonora. O remate de Seguro não foi muito diferente do de Passos... vai haver Mudança, diz ele. O PS vai contribuir para a Mudança, assevera. Mas está com isso a pedir a demissão do Governo? Não. Estará a oferecer-se para um Pacto de Regime? Claro que não!.
Vai haver mudança? Claro. Como de certeza haverá dias mais prósperos e felizes... Não se sabe é quando.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
[1551.] Lunae dies... no Natal, em Medelim
O Natal é diferente em Medelim. Não pelo que acontece ou não acontece, mas pelo ar frio e seco, pelos rituais intimos e, acima de tudo, para a nossa predisposição pela diferença, pelo não-quotidiano, pelo somar das vezes em que repetimos aqueles mesmos passos ano após ano.
O Natal em Medelim tem os avós, tem a memória dos bisavós, tem a intimidade da geneologia latente e nunca conhecida.
O Natal em Medelim tem o sabor às rabanadas fritas, às filhoses de abóbora e ao não gostar das filhoses da tia Piedade.
O Natal em Medelim tem a partilha, tem a televisão que não funciona, tem as fotos que metem medo, tem o cheiro ao fantasma do padre que morreu no primeiro andar da nossa casa.
O Natal em Medelim tem as contradições do meu avô, o vinho bom a saber a vinagre, o sabor ao bacalhau que todos preferiam ser de outra maneira.
O Natal em Medelim tem a missa fria dos aleluias demasiado agudos e as freiras espanholas que acentuam o "Salvadór".
O Natal em Medelim é diferente.
O Natal em Medelim tem os avós, tem a memória dos bisavós, tem a intimidade da geneologia latente e nunca conhecida.
O Natal em Medelim tem o sabor às rabanadas fritas, às filhoses de abóbora e ao não gostar das filhoses da tia Piedade.
O Natal em Medelim tem a partilha, tem a televisão que não funciona, tem as fotos que metem medo, tem o cheiro ao fantasma do padre que morreu no primeiro andar da nossa casa.
O Natal em Medelim tem as contradições do meu avô, o vinho bom a saber a vinagre, o sabor ao bacalhau que todos preferiam ser de outra maneira.
O Natal em Medelim tem a missa fria dos aleluias demasiado agudos e as freiras espanholas que acentuam o "Salvadór".
O Natal em Medelim é diferente.
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012
[1557.] Lido... e espantado!
Tenho ideia de que o padre jesuíta Manuel Morujão, porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) é um homem inteligente. Tenho a ideia de que todos os jesuítas são inteligentes... mas tenho apreciado bastante o que diz Morujão. No entanto, na entrevista que deu ao jornal i, em 25.12.12, pareceu-me especialmente idiota.
Fiquei espantado com o espanto do padre Morujão. Confesso.
"Espanta-me, a mim e a várias pessoas com quem tenho faldo, que o número de católicos seja tão alto em Portugal (80 por cento das pessoas, dados Censos 2011 e sondagem da CEP), tendo em conta a erosão dos valores tradicionais nas famílias e a consequente dificuldade de transmitir a herança de fé à geração seguinte. E tendo em conta ventos contrários no clima social que vão na linha do relativismo e do materialismo!"
Às vezes (muitas vezes) há titulos que não refletem o conteúdo do texto ou da entrevista... neste caso, é a própria afirmação do padre que me espanta...
Não percebo o que quer o clérigo dizer com isto... honestamente...
Fiquei espantado com o espanto do padre Morujão. Confesso.
"Espanta-me, a mim e a várias pessoas com quem tenho faldo, que o número de católicos seja tão alto em Portugal (80 por cento das pessoas, dados Censos 2011 e sondagem da CEP), tendo em conta a erosão dos valores tradicionais nas famílias e a consequente dificuldade de transmitir a herança de fé à geração seguinte. E tendo em conta ventos contrários no clima social que vão na linha do relativismo e do materialismo!"
Às vezes (muitas vezes) há titulos que não refletem o conteúdo do texto ou da entrevista... neste caso, é a própria afirmação do padre que me espanta...
Não percebo o que quer o clérigo dizer com isto... honestamente...
domingo, 23 de dezembro de 2012
[1550.] Votos de feliz Natal
NATAL FELIZ
O Natal é um tempo de Alegria, de Esperança e de Vitória. Em tempos obscuros, a Luz da Vitória tem especial intensidade, saibamos aproveitá-la, saibamos absorver todo o seu calor e humanidade e convertê-la em energia positiva, renovadora e transformadora para mais um ano, que se antevê frio e cinzento.
Desejamos, eu e a minha familia, um Feliz Natal a todos os amigos, solidarizando-nos, também, com todos os que, disso impossibilitados, resistem neste tempo que devia ser de festa.
Natal feliz!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
[1548.] Dia vencido - 20 de dezembro de 2012
Fomos a votos e estamos eleitos. Apesar de apresentar-se a sufrágio apenas uma lista, a adesão dos sócios foi simpática - superior à de situações análogas - e sentimo-nos mandatados e legitimados para um mandato que se exige de esforço, empenho, dificuldades, no fundo, e em síntese, de Serviço.
Tomaremos posse no dia 10 de janeiro de 2013, e alguns dias depois, ainda no mês de janeiro, pretendemos levar aos sócios uma proposta de plano de actividades e orçamento para o ano de 2013.
O caminho ainda mal começou e sentimo-nos cheios de vontade para um desafio que quase todos dizem ser dificil e penoso. Não há medo, apenas vontade, disponibilidade e muita Esperança.
Esperamos estar à altura.
Obrigado aos que acreditam e aos que confiaram.
Tomaremos posse no dia 10 de janeiro de 2013, e alguns dias depois, ainda no mês de janeiro, pretendemos levar aos sócios uma proposta de plano de actividades e orçamento para o ano de 2013.
O caminho ainda mal começou e sentimo-nos cheios de vontade para um desafio que quase todos dizem ser dificil e penoso. Não há medo, apenas vontade, disponibilidade e muita Esperança.
Esperamos estar à altura.
Obrigado aos que acreditam e aos que confiaram.
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Dia vencido
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
[1544.] O desafio de Servir os que Servem
Amanhã, 20 de dezembro, entre as 18h e as 22 horas, realizam-se as eleições para os corpos sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Mealhada. Encabeço a unica lista candidata à direção da associação, para o triénio 2013/2015.
Confirmada a intenção de não recandidatura do actual presidente da direção, o senhor Abílio Semedo - que ocupa o cargo desde 2007 -, recebi da parte de alguns consócios e amigos a sugestão para me candidatar, em forma de desafio. Trata-se de uma responsabilidade de grande exigência e disponibilidade - ou não fosse esta a maior associação do concelho da Mealhada, responsável pela gestão e apoio a um prestigiado corpo de bombeiros com 85 anos de existência. Ainda antes de dar uma resposta, procurei constituir uma equipa que me acompanhasse. A tarefa de constituição da equipa correu muitissimo bem, provando a grande vontade em servir da parte das pessoas que convidei e isso deu-me um alento ainda maior para, a partir desse momento, liderar uma equipa.
Há, naturalmente, muito a fazer, até porque se trata de uma área social e comunitária (o apoio na Saúde e na Protecção Civil) que carece de muito investimento - o que não se revela facilitado nos dias de hoje - e que tem sofrido avanços e recuos (nomeadamente legislativos), que ainda não lhe dão uma completa estabilidade. Faremos o melhor que pudermos, certamente com o apoio dos sócios, dos bombeiros, dos anteriores diretores e de toda a comunidade que desde sempre tem acarinhado esta associação e o seu corpo de bombeiros.
Preocupar-nos-emos, em primeiro lugar, em dar ao corpo de bombeiros todas as condições para que possam cumprir a sua missão da melhor forma possível. Tal como eles, somos voluntários, que se oferecem para Servir os que Servem, para estar na retaguarda, garantindo que nada lhes faltará que ponha em risco o cumprimento da sua missão. Para isso teremos de trabalhar na angariação de fundos de financiamento, teremos de ir ao encontro das suas aspirações, teremos de servir de intermediário entre uma comunidade que precisa dos bombeiros, e que por isso precisa de conhecer o seu trabalho, as suas necessidades e os seus méritos.
A equipa da direção é constituída, ainda, por Nuno Semedo, que é candidato a vice-presidente, por Paulo Júlio Costa, Carlos Castela, Manuel Andrade Vicente, Filipe Rosmaninho Costa, Nuno Timóteo, Filipe Cruz e Frederico Marques Santos. Trata-se de uma equipa jovem e que conta com algumas pessoas que integram já uma segunda geração de mealhadenses servidores nos órgãos sociais da direção da AHBVM.Esta é a única lista candidata à direção. Nuno Silva Salgado recandidata-se a presidente da mesa da assembleia-geral - acompanhado por João Pega, Manuel Teixeira e João Peres. Bruno Peres recandidata-se ao Conselho Fiscal, acomapanhado por Manuel Filipe e Delfim Pereira. Abílio Semedo, ainda presidente da direção, integra a lista candidata ao Conselho Fiscal.
A todos os sócios dos Bombeiros lançamos o apelo para que não deixem de participar na votação, apesar de ser uma lista única. O apoio de todos será, com certeza, um alento importante para os bombeiros, acima de tudo, do interesse que a sua ação tem na comunidade.
AMANHÃ, CONTAMOS CONSIGO.
Confirmada a intenção de não recandidatura do actual presidente da direção, o senhor Abílio Semedo - que ocupa o cargo desde 2007 -, recebi da parte de alguns consócios e amigos a sugestão para me candidatar, em forma de desafio. Trata-se de uma responsabilidade de grande exigência e disponibilidade - ou não fosse esta a maior associação do concelho da Mealhada, responsável pela gestão e apoio a um prestigiado corpo de bombeiros com 85 anos de existência. Ainda antes de dar uma resposta, procurei constituir uma equipa que me acompanhasse. A tarefa de constituição da equipa correu muitissimo bem, provando a grande vontade em servir da parte das pessoas que convidei e isso deu-me um alento ainda maior para, a partir desse momento, liderar uma equipa.
Há, naturalmente, muito a fazer, até porque se trata de uma área social e comunitária (o apoio na Saúde e na Protecção Civil) que carece de muito investimento - o que não se revela facilitado nos dias de hoje - e que tem sofrido avanços e recuos (nomeadamente legislativos), que ainda não lhe dão uma completa estabilidade. Faremos o melhor que pudermos, certamente com o apoio dos sócios, dos bombeiros, dos anteriores diretores e de toda a comunidade que desde sempre tem acarinhado esta associação e o seu corpo de bombeiros.
Preocupar-nos-emos, em primeiro lugar, em dar ao corpo de bombeiros todas as condições para que possam cumprir a sua missão da melhor forma possível. Tal como eles, somos voluntários, que se oferecem para Servir os que Servem, para estar na retaguarda, garantindo que nada lhes faltará que ponha em risco o cumprimento da sua missão. Para isso teremos de trabalhar na angariação de fundos de financiamento, teremos de ir ao encontro das suas aspirações, teremos de servir de intermediário entre uma comunidade que precisa dos bombeiros, e que por isso precisa de conhecer o seu trabalho, as suas necessidades e os seus méritos.
A equipa da direção é constituída, ainda, por Nuno Semedo, que é candidato a vice-presidente, por Paulo Júlio Costa, Carlos Castela, Manuel Andrade Vicente, Filipe Rosmaninho Costa, Nuno Timóteo, Filipe Cruz e Frederico Marques Santos. Trata-se de uma equipa jovem e que conta com algumas pessoas que integram já uma segunda geração de mealhadenses servidores nos órgãos sociais da direção da AHBVM.Esta é a única lista candidata à direção. Nuno Silva Salgado recandidata-se a presidente da mesa da assembleia-geral - acompanhado por João Pega, Manuel Teixeira e João Peres. Bruno Peres recandidata-se ao Conselho Fiscal, acomapanhado por Manuel Filipe e Delfim Pereira. Abílio Semedo, ainda presidente da direção, integra a lista candidata ao Conselho Fiscal.
A todos os sócios dos Bombeiros lançamos o apelo para que não deixem de participar na votação, apesar de ser uma lista única. O apoio de todos será, com certeza, um alento importante para os bombeiros, acima de tudo, do interesse que a sua ação tem na comunidade.
AMANHÃ, CONTAMOS CONSIGO.
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domingo, 16 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
[1549.] O fio dos dias
'O fio dos dias' completou seis anos no passado dia 2 de novembro de 2012. Ao longo destes dois anos teve quatro tipos diferentes de aparência e disposição e 12 layouts. Uns duraram mais do que outros, mas aqui estão todos, para memória futura.
Numa primeira fase, procurámos a ideia da árvore (e não a floresta) perdida e solitária na paisagem. Um elogio à individualidade da opinião, simbolizada na árvore fixa ao chão de um território.

Depois, procurámos evidenciar 'O fio dos dias', mais como uma página pessoal do que como um mero blogue. Foi nessa altura incluída a página 'biografia' - essencialmente para colocação de um currículo acessível em caso de necessidade - e linkagem a outros blogues - como o Eternas Efemérides (ainda sem postagens) e o Lobo Irmão (exclusivo da temática escutista). Como página pessoal procurámos colocar em destaque a pessoa do autor, e o moto: "Saber, Querer e Agir", três verbos de que gostamos muito, em detrimento do "Nada nos é indiferente" da primeira fase.
Mais recentemente, já em 2012, tirámos a carantonha do autor do layout e procurámos regressar ao tom mais blogueiro e menos página pessoal. Manteve-se o nome do autor no layout. A primeira experiência não gostou muito bem, os amigos acharam o olhar do fauno demasiado diabólico. A segunda esteve apenas poucos dias, também muito criticado pelos fans do blogue. O terceiro, apesar das criticas da corda - que, dizem, parece ser do enforcado - ainda tem perdurado...
É possível que nas semanas voltemos às mudanças... Para onde? Não se sabe... Regressar às àrvores sioladas? É uma hipótese.
Agradeço sugestões.
domingo, 9 de dezembro de 2012
[1547.] Dia vencido - 9 de dezembro de 2012
Hoje houve Conselho Regional de Coimbra do CNE. Depois de todas as tentativas- adiamentos sine die, silêncios, anuncios de pseudo-movimentos de fundo de contestação - para impedir que em agosto próximo tivesse lugar o Acampamento Regional, a verdade é que os conselheiros presentes disseram mesmo que queriam o acampamento. Uma vez mais, reinou o "nim" da parte de quem quer estar bem com Deus e com o diabo e transferir para os outros o ónus de uma decisão. É a chamada Alta Política de quem mais depressa aponta uma falha nos outros do que em si...
Saí da reunião com uma alegria:
Nem mesmo um "fraco rei faz fraca a forte gente!", que me perdoe o Camões...
Saí da reunião com uma alegria:
Nem mesmo um "fraco rei faz fraca a forte gente!", que me perdoe o Camões...
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[1537.] Hoje... 9 de dezembro
Há precisamente 620 anos, em 1392, nasceu Pedro, filho de D.João I, o primeiro Duque de Coimbra.
Foi um dos mais brilhantes governantes de Portugal - como regente na menoridade do seu sobrinho D.Afonso V. O ideal do Político brilhante e extraordinário. A falta que nos fazem os testemunhos de homens como este.
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D.Pedro - Duque de Coimbra,
Política
sábado, 8 de dezembro de 2012
[1546.] Dia vencido - 8 de dezembro de 2012
O amor e os laços II
O olhar de um bebé, mesmo que vago e espantado, com a nossa consciência de que não está a ver, realmente nada, parece sintetizar toda a Esperança no mundo. É quase mágico.
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