quarta-feira, 20 de março de 2013
[1591.] Saturno em Mercurii dies... véspera de Primavera
Quando Vier a Primavera
ALBERTO CAEIRO, vulgo Fernando Pessoa
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terça-feira, 19 de março de 2013
[1590.] Marti dies... Hoje é Dia do Pai
PAI
Fábio Júnior
"Toma um beijo pelo Dia do Pai!" - disse eu hoje.
Anseio o dia em que alguém me diga o mesmo.
Fábio Júnior
"Toma um beijo pelo Dia do Pai!" - disse eu hoje.
Anseio o dia em que alguém me diga o mesmo.
[1589.] Marti dies... na antevéspera da Primavera
domingo, 17 de março de 2013
[1588.] “A hora impossível do Papa Francisco”_II
O papa Bergoglio entendeu adoptar o nome de Francisco. Já elucidou que se trata de uma evocação a São Francisco de Assis, padroeiro de Itália, patrono dos pobres, príncipe da Paz, o do louvor à Criação como obra divina.
Já aqui [1584.] nos debruçámos sobre a opinião de que o legado do 'pobrezinho de Assis' parece ser completamente contraditório ao ambiente que envolve o papado. Será, então, possível a um Papa cumprir o legado de Francisco?
Só o tempo o dirá, naturalmente. Mas a tarefa não será fácil.
Segundo a história, Jesus terá pedido a Francisco de Assis: "Reconstroi a minha Igreja!". Toda a missão de Francisco de Assis assentou no cumprimento dessa missão. Na prática, pede-se ao Papa Francisco que reconstrua a Igreja, também ele, mas no sentido daquilo que João Paulo II dizia ser a Igreja do Terceiro Milénio.
Do lado de fora do conclave e das congregações anteriores à reunião, do lado de cá do extra omnes, colocávamos a tónica da mudança na esperança de um pontifice que resolvesse o problema da Pedofilia no seio da Igreja, que colocasse em discussão a ordenação de mulheres, que repensasse a inclusão de todos no seio da Igreja Mãe: homossexuais, recasados, doentes, não como os pecadores - para quem Deus mandou o filho - mas como filhos.
O conclave não considerou assim. Foi buscar um papa ao "outro lado do mundo", mas ao centro do (Novo) mundo católico - que hoje está na América Latina - à Teologia da Libertação, à Argentina (que viveu uma crise económica horrível há pouco mais de uma década) e trouxe-o para se sentar na cadeira de Pedro. Ele trouxe o Amor aos pobres, o combate à ostentação, a clareza das palavras de Verdade, sem a Teologia da Gregoriana, no improviso das homilias, na simplicidade do testemunho. Simplesmente Francisco, parece querer ser o papa que tem o aspecto de avô carinhoso de João XXIII e o sorriso simpático de João Paulo I e de João Paulo II. Será que a pobreza é o combate que precede os temas que ansiávamos?
A Igreja dos homens estava à espera de um Papa mais jovem. O nome do junior Tagle, por exemplo, com 55 anos, parecia ser preferido. Não se estava à espera que o conclave escolhesse um homem ainda mais velho do que Ratzinger era quando se tornou Papa. Há quem diga que Bergoglio chega com oito anos de atraso... Não se espera que Bergoglio faça um pontificado longo, mas João XXIII teve menos de cinco anos na cadeira de Pedro e escreveu oito encíclicas - duas delas fundamentais - e convocou um concílio. Ou seja, não será o tempo de pontificado que vai determinar se este será ou não, apenas, um papa de transição. Os primeiros sinais dizem exactamente o contrário.
Francisco poderá, mesmo, reconstruir a Igreja. Está nas mãos dele, e ele sabe que tem o apoio do povo de Deus, que já se apaixonou pela sua simpatia. Dando como certas as suspeições do alegado relatório que terá obrigado Bento XVI a resignar, os inimigos da Verdade e da vontade do Papa poderão mesmo estar na Curia, na cidade do Vaticano, e isso só fará pensar que a tarefa de Francisco poderá ser hercúlea ou mesmo impossível. Terá ele a capacidade de conseguir reconhecer os bons e os maus? Terá ele a capacidade de destronar os lobbis, de destruir os vícios, de desmantelar as redes que poderão estar a encobrir os males, e a implodir a Igreja Universal?
Terá o Papa Francisco a capacidade de devolver a Igreja aos pobres, de ser "a Igreja pobre dos pobres"? De deixar de ter a ostentação e luxo que levou Franscisco de Assis a ir para a pocilga pregar aos porcos? A Igreja dos que sofrem, a igreja dos que têm fome e não têm dinheiro para ofertórios, peditórios, contributos e côngruas, dos injustiçados, das vítimas, dos que falharam nos seus projectos de vida, dos que vivem a frustração, dos que vivem a depressão, dos que estão abandonados, dos que não têm esperança... essa Igreja precisa de uma casa, precisa de um rosto, que poderá ser um líder demagógico - de um Hitler - ou poderá ser um Papa inteligente e simples.
Esperemos que Francisco não seja uma impossibilidade.
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Já aqui [1584.] nos debruçámos sobre a opinião de que o legado do 'pobrezinho de Assis' parece ser completamente contraditório ao ambiente que envolve o papado. Será, então, possível a um Papa cumprir o legado de Francisco?
Só o tempo o dirá, naturalmente. Mas a tarefa não será fácil.
Segundo a história, Jesus terá pedido a Francisco de Assis: "Reconstroi a minha Igreja!". Toda a missão de Francisco de Assis assentou no cumprimento dessa missão. Na prática, pede-se ao Papa Francisco que reconstrua a Igreja, também ele, mas no sentido daquilo que João Paulo II dizia ser a Igreja do Terceiro Milénio.
Do lado de fora do conclave e das congregações anteriores à reunião, do lado de cá do extra omnes, colocávamos a tónica da mudança na esperança de um pontifice que resolvesse o problema da Pedofilia no seio da Igreja, que colocasse em discussão a ordenação de mulheres, que repensasse a inclusão de todos no seio da Igreja Mãe: homossexuais, recasados, doentes, não como os pecadores - para quem Deus mandou o filho - mas como filhos.
O conclave não considerou assim. Foi buscar um papa ao "outro lado do mundo", mas ao centro do (Novo) mundo católico - que hoje está na América Latina - à Teologia da Libertação, à Argentina (que viveu uma crise económica horrível há pouco mais de uma década) e trouxe-o para se sentar na cadeira de Pedro. Ele trouxe o Amor aos pobres, o combate à ostentação, a clareza das palavras de Verdade, sem a Teologia da Gregoriana, no improviso das homilias, na simplicidade do testemunho. Simplesmente Francisco, parece querer ser o papa que tem o aspecto de avô carinhoso de João XXIII e o sorriso simpático de João Paulo I e de João Paulo II. Será que a pobreza é o combate que precede os temas que ansiávamos?
A Igreja dos homens estava à espera de um Papa mais jovem. O nome do junior Tagle, por exemplo, com 55 anos, parecia ser preferido. Não se estava à espera que o conclave escolhesse um homem ainda mais velho do que Ratzinger era quando se tornou Papa. Há quem diga que Bergoglio chega com oito anos de atraso... Não se espera que Bergoglio faça um pontificado longo, mas João XXIII teve menos de cinco anos na cadeira de Pedro e escreveu oito encíclicas - duas delas fundamentais - e convocou um concílio. Ou seja, não será o tempo de pontificado que vai determinar se este será ou não, apenas, um papa de transição. Os primeiros sinais dizem exactamente o contrário.
Francisco poderá, mesmo, reconstruir a Igreja. Está nas mãos dele, e ele sabe que tem o apoio do povo de Deus, que já se apaixonou pela sua simpatia. Dando como certas as suspeições do alegado relatório que terá obrigado Bento XVI a resignar, os inimigos da Verdade e da vontade do Papa poderão mesmo estar na Curia, na cidade do Vaticano, e isso só fará pensar que a tarefa de Francisco poderá ser hercúlea ou mesmo impossível. Terá ele a capacidade de conseguir reconhecer os bons e os maus? Terá ele a capacidade de destronar os lobbis, de destruir os vícios, de desmantelar as redes que poderão estar a encobrir os males, e a implodir a Igreja Universal?
Terá o Papa Francisco a capacidade de devolver a Igreja aos pobres, de ser "a Igreja pobre dos pobres"? De deixar de ter a ostentação e luxo que levou Franscisco de Assis a ir para a pocilga pregar aos porcos? A Igreja dos que sofrem, a igreja dos que têm fome e não têm dinheiro para ofertórios, peditórios, contributos e côngruas, dos injustiçados, das vítimas, dos que falharam nos seus projectos de vida, dos que vivem a frustração, dos que vivem a depressão, dos que estão abandonados, dos que não têm esperança... essa Igreja precisa de uma casa, precisa de um rosto, que poderá ser um líder demagógico - de um Hitler - ou poderá ser um Papa inteligente e simples.
Esperemos que Francisco não seja uma impossibilidade.
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sexta-feira, 15 de março de 2013
[1587.] "A velhice é, por assim dizer, a sé da sabedoria da vida..."
O Papa Francisco, na missa que fechou o conclave, exortou os cardeais:
“Irmãos, força! A metade de nós está na velhice: a velhice é, por assim dizer, a sé da sabedoria da vida. Os velhos têm a sabedoria de ter caminhado na vida, como o velho Simão e a velha Ana no Templo. E justamente esta sabedoria fez com que reconhecessem Jesus. Doemos esta sabedoria aos jovens: como o bom vinho que com os anos se torna melhor, doemos aos jovens a sabedoria da vida”.
“Irmãos, força! A metade de nós está na velhice: a velhice é, por assim dizer, a sé da sabedoria da vida. Os velhos têm a sabedoria de ter caminhado na vida, como o velho Simão e a velha Ana no Templo. E justamente esta sabedoria fez com que reconhecessem Jesus. Doemos esta sabedoria aos jovens: como o bom vinho que com os anos se torna melhor, doemos aos jovens a sabedoria da vida”.
quinta-feira, 14 de março de 2013
[1586.] Vens ajudar ou vais ficar a olhar?
O comando e a direcção dos Bombeiros
Voluntários da Mealhada abrem uma Escola de Estagiários, para
admissão de novos bombeiros. Inscrições abertas até 15 de abril
de 2013.
VENS AJUDAR OU VAIS FICAR A OLHAR?
VENS AJUDAR OU VAIS FICAR A OLHAR?
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quarta-feira, 13 de março de 2013
[1585.] Os sinais de um Papa
O
brasão do Cardeal Arcebispo Bergoglio é este. Com o sol que impera
na bandeira argentina cheio e no centro, mas com a inscrição do
nome de Cristo IHS (o símbolo da Companhia de Jesus)! Jesus, como o sol. E um lema perturbador:
"miserando atque eligendo". Não
consigo traduzir do latim, mas encontro duas palavras que não sei
(ainda) como se ligam: Escolha e Misericórdia. [Com o apoio de um comentário no Facebook, fica a consulta do sitio da Arquiodiocese de Buenos Aires e a informação de que esta frase latina, se refere ao momento da conversão de São Mateus]
Mas este é, APENAS, brasão do Arcebispo Bergoglio.
É natural que o Papa possa fazer algumas alterações, para além da
introdução da heráldica papal. Mas também não deve mudar muito,
pois repara-se que nestas palavras e simbolos se vê muito do que se
diz que pode ser "simplesmente Francisco".
Os serviços do Vaticano anunciaram
que o Papa deve ser tratado simplesmente por Francisco, sem qualquer
numeraçãoo que é natural quando se é o primeiro). Dito de outra
forma, Bergoglio quer ser "simplesmente Francisco". Lindo!
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[1584.] “A hora impossível do Papa Francisco”?
Há uma semana, o jornal italiano 'Il Fatto Quotidiano' publicou um artigo - profético? - com o título “A hora impossível do Papa Francisco I”, do jornalista Maurizio Chierici. O jornalista do Público João Pedro Ferreira cita este texto - publicado antes de se saber que o conclave elegeria o primeiro dos Franciscos - e lembra: “Francisco é um nome impossível para a carga de poder com que durante séculos foi construída a infalibilidade do papado, a soberania, o controle formal de cada serviço, a autoridade sobre milhões de fiéis”.
Quando foi eleito cardeal e alguns argentinos queriam viajar para Roma para celebrar, Bergoglio convenceu-os a dar aos pobres o dinheiro que gastariam na viagem. [Voltou a fazer o mesmo, agora, através de uma carta para a Nunciatura na Argentina - actualizado em 16.03.13] O episódio é narrado pelo jornal inglês The Guardian, que descreve o novo Papa como tendo uma “abordagem prática” à questão da pobreza [A cruz que usa ao peito é de aluminio, saiu de autocarro do Vaticano depois da eleição, no dia seguinte foi ele próprio pagar a hospedagem antes do conclave, os sapatos que usa são os que trouxe de casa - actualizado em 16.03.13]. Bergoglio escolheu o nome Francisco, partilhado por dois conhecidos santos da Igreja Católica – um dos quais conhecido pela devoção aos pobres, o outro, pelo papel de evangelização no Oriente [A 16 de março confirmou que o homenageado é Francisco de Assis - actualizado em 16.03.13].
O artigo do 'Il Fatto Quotidiano' elaborava sobre o facto de a vida de Francisco de Assis não se ajustar à vida actual do líder da Igreja Católica. “O primeiro sinal de mudança na Igreja poderia ser o nome do sucessor de Ratzinger. Da varanda, nunca ninguém anunciou ‘aqui Francisco’”, escreveu o veterano jornalista Maurizio Chierici. “Ele morreu há quase oito séculos, mas ninguém se sentiu na disposição de abraçar a espiritualidade e dedicação absoluta para a vida dos outros”. O artigo citava o parlamentar italiano Raniero La Valle, um dos representantes da esquerda cristã: “Francisco é um nome impossível para a carga de poder com que durante séculos foi construída a infalibilidade do papado, a soberania, o controle formal de cada serviço, a autoridade sobre milhões de fiéis”.
* * *
[Actualizado a 16 de março]
O pobrezinho de Assis
Francisco Bernardonne era o filho de uma abastada família de comerciantes de tecidos, de oriegm francesa, instalada em Assis, no centro da península itálica. Em determinada altura da sua vida, ainda jovem, na Igreja de São Damião, em ruínas, perto de Assis, Francesco terá ouvido do crucifixo o apelo: "Reconstrói a minha Igreja". Inicialmente, a ordem foi entendida como uma reconstrução física, real, material daquela igreja em concreto. Com o tempo, Francesco percebeu que a ordem era muito mais do que isso, e que a voz do crucifixo poderia ser o próprio Cristo a pedir que ele refundasse a Igreja de Pedro.Francesco renunciou a tudo, tornou-se um mendigo e fundou a Ordem Mendicante dos Franciscanos. Francesco dirigiu-se a Roma, ao papa Inocêncio III no sentido de este lhe aprovar a Regra Primitiva e ratificar a fundação da ordem. A corte papal ridicularizou os frades com aspecto andrajoso e pobre, pediu que não o aborrecesse e mandou-os ir pregar para os porcos! O papa teve um sonho, com a basílica de São João de Latrão a desabar, e mandou chamar Francesco, depois de se lavar.
O grupo de frades ficou chocado com o luxo e ostentação da corte papal e assim que regressou a Assis construiu uma cabana para se albergar.
Francesco faleceu em 1228 e foi canonizado pouco depois. Pela sua vida e pelo testemunho de humildade e de louvor às criaturas criadas por Deus, ficou associado como o padroeiro da Natureza e da Ecologia.
-----
Na sua comunicação aos jornalistas acreditados no Vaticano, três dias depois da eleição, o Papa Francisco explicou, exactamente como e porque escolheu o nome de Francisco como seu nome papal.
Aqui está o video:
O grupo de frades ficou chocado com o luxo e ostentação da corte papal e assim que regressou a Assis construiu uma cabana para se albergar.
Francesco faleceu em 1228 e foi canonizado pouco depois. Pela sua vida e pelo testemunho de humildade e de louvor às criaturas criadas por Deus, ficou associado como o padroeiro da Natureza e da Ecologia.
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Na sua comunicação aos jornalistas acreditados no Vaticano, três dias depois da eleição, o Papa Francisco explicou, exactamente como e porque escolheu o nome de Francisco como seu nome papal.
Aqui está o video:
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[1583.] Anuntio gaudim magnum: Papa Fransciscum
Uma grande alegria, de facto. Não fazia parte das minhas expectativas... pela idade, pelo facto de ter sido um nome que tinha estado na berlinda, há oito anos e havia perdido para Ratzinger.
MAS A ESCOLHA DO NOME CONQUISTOU. PARA UM
FRANCISCANISTA COMO EU SOU, ESTOU COMPLETAMENTE RENDIDO!
Não me parece que pudesse vir de
outro lado, que não da superioridade intelectual de um Jesuíta, a
escolha do nome Francisco. Francisco que imediatamente nos remete
para o 'poverello' de Assis, mas que pode ser também, do
evangelizador Francisco Xavier!
Nos primeiro momentos nem damos
conta... ouvindo à exaustão a primeira alocução de Francisco I,
reparamos que o Papa PEDE QUE REZEMOS UNS PELOS OUTROS. Não nos diz
que PEÇAMOS a Deus isto ou aquilo. PEDE-NOS QUE REZEMOS UNS PELOS
OUTROS. Muito interessante!
As primeiras palavras de Francisco I.
«Irmãos e irmãs, boa noite. Vocês sabem que o dever de um conclave é dar um bispo a Roma. Parece que os meus irmãos cardeais foram buscar-me quase até ao fim do mundo. Mas aqui estamos. Agradeço a vossa hospitalidade. A comunidade diocesana de Roma já tem o seu bispo. Obrigado.
Em primeiro lugar, peço uma oração pelo nosso Papa emérito, Bento XVI. Oremos por ele, para que o Senhor o abençoe e a Virgem o proteja. [Em seguida, o Papa reza um Pai Nosso e uma Avé Maria com os fiéis reunidos na Praça de S. Pedro]
E agora, vamos começar esta jornada: o bispo e o povo. É o caminho da Igreja de Roma, que preside à caridade em todas as igrejas. Um caminho de fraternidade, amor e confiança entre nós.
Vamos rezar por nós, de um para o outro. Oremos para o mundo, porque há uma grande irmandade. Espero que este caminho da Igreja – que hoje começa e em que serei ajudado pelo cardeal vigário, aqui ao meu lado – seja frutífero para a evangelização desta cidade tão bonita.
E agora gostaria de dar a bênção, mas primeiro quero pedir-vos um favor. Antes de o bispo benzer o povo, peço que rezem ao Senhor para que me abençoe: a oração do povo, pedindo a bênção do seu bispo. Façamos esta oração em silêncio.
[Depois de alguns segundos de silêncio, o Papa concluiu].
Agora, vou abençoar-vos e a todo o mundo, a todos os homens e mulheres de boa vontade. Agora deixo-vos. Obrigado por tamanha hospitalidade. Ver-nos-emos em breve. Amanhã vou rezar à Nossa Senhora para que proteja Roma. Boa noite e bom descanso.»
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terça-feira, 12 de março de 2013
[1581.] Dia vencido _ 12 de março
A
CEIA DOS CARDEAIS, peça de Júlio Dantas, representada em 1902, a
mais representada das peças portuguesas. Para ler. Hoje.
segunda-feira, 11 de março de 2013
[1580.] Dia vencido_11 de março
O
conclave começa amanhã.
O 266.º Papa começa a ser escolhido
dentro de poucas horas.
Diz-se que quem entra Papa... sai cardeal.
Gostava muito que o novo sucessor de Pedro fosse Tagle (filipino),
Maradiaga (hondurenho) ou Schreder (um brasileiro!). Quanto ao nome,
voto em João Paulo III (se a ideia for dar continuidade ao peregrino
da Igreja Universal) ou João XXIV (se a aposta for no sentido do
progressismo e do renovar o Concilio em 50.º aniversário).
Espero
ardentemente que não seja Bertone, tenho ideia de ele ser o Dark
Side ao mais alto nível. Que o Espírito Santo ilumine o Colégio
Cardinalício.
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sábado, 9 de março de 2013
[1579.] Veneris dies
A propósito do Dia Internacional da Mulher
O papel da Mulher no Escutismo
www.loboirmao.blogspot.com
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sexta-feira, 8 de março de 2013
[1578.] Há um Dark side... e há um Bright Side
Quando as coisas são feitas com Alegria, recebem A Inspiração!
A Vida de Brian
A Vida de Brian
Always Look On The Bright Side of Life
Monty Pythonsegunda-feira, 4 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
[1576.] Hoje_1 de março_Dia da Protecção Civil
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
[1575.] Que seja agora!
in www.loboirmao.blogspot.com
Não chega dizer "vão vocês que eu vou lá ter!".
É preciso dizer presente, quando o que defendemos se pode tornar concreto!
Que "Seja agora"!
[1574.] Memórias
Santa Comba Dão, TRILHOS 2001
Encontrei esta preciosidade num VIDEO no facebook do meu amigo Ovelha. Trata-se de um video da actividade nacional para Caminheiros TRILHOS 2001, uma actividade que começou e terminou em Santa Comba Dão, depois de três dias a percorrer, em clãs nacionais, a serra do Caramulo.
A participação nesta actividade - em outubro - foi o meu baptismo na dimensão nacional da associação. Eu havia saído do activo em 1999 e regressei em junho de 2001. Em agosto ainda consegui ir ao Jamboree das Beiras - como caminheiro - e em setembro o Departamento Regional da IV secção convidou-me (a mim e a mais uma equipa de caminheiros) para representar a região de Coimbra nesta segunda edição de uma actividade nacional de referência para caminheiros.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
[1573.] Dia vencido_22 de fevereiro - II
Hoje foi Dia de B.-P.
Começou o IV AcaSecNuc
AQUI + AQUI
Uma actividade de Núcleo, do meu Núcleo, uma actividade (os AcaSecNuc de forma geral) em que investi muito do meu esforço criativo enquanto pedagógico do Núcleo. Uma actividade de que gosto especialmente e onde, pela primeira vez este ano, assumi as funções de chefe de campo de uma secção - a da primeira, ainda por cima, exactamente a secção por onde comecei a trabalhar no Núcleo, ainda como caminheiro. Foi um regresso às origens de que gostei muito, sem nostalgias, mas com grande orgulho.
Uma actividade de Núcleo, do meu Núcleo, uma actividade (os AcaSecNuc de forma geral) em que investi muito do meu esforço criativo enquanto pedagógico do Núcleo. Uma actividade de que gosto especialmente e onde, pela primeira vez este ano, assumi as funções de chefe de campo de uma secção - a da primeira, ainda por cima, exactamente a secção por onde comecei a trabalhar no Núcleo, ainda como caminheiro. Foi um regresso às origens de que gostei muito, sem nostalgias, mas com grande orgulho.
Hoje é, também, o Dia #1 de um futuro de Serviço.
A candidatura Ser Região, à Junta Regional de Coimbra, escolheu o dia de hoje, o dia do fundador, para entregar o processo na secretaria da junta. Fomos todos fardados entregar o processo de forma formal, com grande espírito de missão e de responsabilidade. Conseguimos angariar um número verdadeiramente espectacular de assinaturas de proponentes - mais de 150, cinco vezes mais do que seria necessário - um sinal de que a região anseia desesperadamente por uma mudança, por um caminho alternativo. Estamos muito motivados e o único obstáculo parece ser um período demasiado longo até 12 de maio, o dia das eleições.
Somos pessoas muito diferentes, com percursos de vida diferentes, proveniências diferentes e por isso discutimos, apresentamos com veemência os nossos pontos de vista, mas levamos muito a sério o nosso compromisso e a nossa missão como dirigentes do Corpo Nacional de Escutas. Já servimos - muitos de nós - em equipas nacionais, em equipas regionais e de núcleo, e todos, mas todos mesmo, sem excepção, temos agrupamento e unidade, vivemos o mundo real do escutismo com os miudos. Não o fazemos nem por telepatia, nem à distância.
A partir de hoje está nas mãos da região a escolha entre se quer Ser Região... ou não.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
[1572.] Dia vencido_22 de fevereiro
Hoje
o tema central dos noticiários são as vaias aos ministros. Não me
choca que as pessoas se manifestem, não me choca que cantem temas
como o "Grândola" (ou o "Maria da Fonte"), não
me choca que interrompam ministros, não me choca que causem
incómodos e constrangimentos. Trata-se de uma coisa natural nas
Democracias, se as pessoas estão descontentes devem demonstrá-lo! O
que me choca e me insulta como português é que os partidos da
Oposição não consigam ir além dos gritos da horda, e não sejam
capazes de dizer o que pode ser feito de diferente. Limitam-se a
querer eleições para poderem aproveitar o descontentamento e eleger
mais dos seus. Há um caminho diferente? Por onde?
Ah, e não me venha o Dr.Seguro falar
em investimento estrangeiro, porque cada vez que fala em
instabilidade afasta os capitalistas que quer mais não quer... Nem o
Sr.Sousa falar em ajudar os que menos têm porque é graças ao
excesso de garantismo que a despesa pública galopa. Nem o Dr.Semedo
sugerir que se taxa as fortunas, porque elas já cá não estão e as
que estão não pagam as reformas dos camaradas que se reformaram aos
37 anos... Digam, de facto, o que fariam de diferente! Por favor!
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