A nova sede do Jornal da Mealhada não me é um sitio indiferente... ainda me é esquisito ali entrar, porque tenho alguma nostalgia da sede antiga - onde trabalhei durante oito anos, onde vivi grandes angústias e decisões, onde na porta de entrada estaria uma frase do Dante "Lasciate ogni speranza voi qui entrati" (sugestão do Professor Santos) -. Mas enfim, é a vida. Neste sitio, como diz a Cila, a minha foto está na parede dos diretores (quase todos mortos...) é um sitio especial...
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
[1733.] Paisagens do meu quotidiano_6
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terça-feira, 20 de agosto de 2013
[1732.] Paisagens do meu quotidiano_5
Faz hoje 222 dias que tomei posse como presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Mealhada.
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[1731.] Marti dies... em dias de neura
U2 - Beautiful Day
All That You Can't Leave Behind
You thought you'd found a friend/ To take you out of this place
Há quem diga que sou estupidamente optimista... mas nem todos os dias... há dias de neura... em que vale a pena curtir a fossa!
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
[1730.] Lunae dies... no Dia Mundial da Fotografia
12 de junho de 2010
Não é meu costume colocar nas minhas redes sociais grandes lamechices ou coisas que digam respeito a outras pessoas, que pese embora me sejam próximas, não foram chamadas a opinar sobre se devia colocar ou não dados delas ou imagens. Costumo colocar muitas imagens de pessoas que me são muito queridas - afilhados, por exemplo - mas raramente os identifico a ponto de poderem ser perfeitamente "identificáveis" passo o pleonasmo...
Hoje, Lunae dies, Dia da Lua e da imagem n'o fio dos dias, Dia Mundial da Fotografia, também, decidi meter uma imagem de um momento muito importante da minha vida. A foto mais bonita do meu casamento - assim me parece - é quase aristocrática e gosto muito dela, tirada num lugar que me diz muito, o bisneto do carpinteiro do Palace, sobe a escadaria como se fosse um membro da realeza.
Foi um dia muito importante para mim porque optei por transformar a minha vida ao lado de outra pessoa. Uma pessoa a quem, deliberadamente, decidi dedicar-me de corpo e alma. Uma pessoa que gosta de mim e de quem gosto muito. Uma pessoa que transformou a minha vida ao aceitar-me como sou - com as qualidades e os defeitos (e especialmente estes).
Uma imagem que é um gesto de amor. Espero que a Princesa não me leve a mal!
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Lunae dies
domingo, 18 de agosto de 2013
[1729.] Paisagens do meu quotidiano_4
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[1728.] Solis Dies... o Ovo ou a Galinha?
sábado, 17 de agosto de 2013
[1727.] Paisagens do meu quotidiano_3
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[1726.] Saturni dies
[1725.] REFLEXÕES DE UM HOSPITALEIRO #13
17 de agosto de 2013
Francesc é catalão. Chegou aqui ao fim da tarde, já muito depois daquela hora a que normalmente chegam os peregrinos. É um homem de meia idade, e em vez da mochila, às costas, trazia uma especie de carrinho onde transporta a pouca bagagem que traz desde Sagres. Exactamente, desde Sagres, onde começou há catorze dias.
Diz que não sabe se chega a Santiago. Confessa - enquanto lhe passo as milhentas fotografias do cartão de memória para uma pendrive - que o objectivo passa primeiro por atravessar Portugal e depois por abraçar o apóstolo.
Para além da simbologia de Sagres - do extremo sul da Ibéria - Francesc assevera que quis seguir um roteiro de afectos. Não me explicou porque fez questão de ir a Miróbriga (Santiago do Cacém), nem a Conimbriga, mas emocionou-se ao referir-me que teria mesmo de ir a Grândola. Que toda a vida tinha sonhado ir a Grândola, a vila morena.
"Porque, infelizmente, morreram os dois na cama!" dizia-me Francesc, referindo-se à coincidência de António e Francisco - não lhes chamou Salazar e Franco - terem morrido de velhos, de velhice, passivos, na cama e não "na ponta de uma espingarda, à frente de um pelotão de fuzilamento".
Falou-me como se Grândola fosse o sitio mais importante de Portugal - assim é para ele. E eu lembrei-me que não sei se alguma vez fui a Grândola. Porque para mim, o Grândola - a contrasenha - é a vila alentejana sem o ser... é o simbolo que se distancia do objecto que lhe dá corpo...
Não contei a Francesc que a primeira vez que José Afonso cantou "Grândola, vila morena" em público foi, exactamente, em Santiago de Compostela, em 10 de maio de 1972. Talvez valesse a pena acabar no Obradoiro o roteiro de afectos do catalão.
Francesc é catalão. Chegou aqui ao fim da tarde, já muito depois daquela hora a que normalmente chegam os peregrinos. É um homem de meia idade, e em vez da mochila, às costas, trazia uma especie de carrinho onde transporta a pouca bagagem que traz desde Sagres. Exactamente, desde Sagres, onde começou há catorze dias.
Diz que não sabe se chega a Santiago. Confessa - enquanto lhe passo as milhentas fotografias do cartão de memória para uma pendrive - que o objectivo passa primeiro por atravessar Portugal e depois por abraçar o apóstolo.
Para além da simbologia de Sagres - do extremo sul da Ibéria - Francesc assevera que quis seguir um roteiro de afectos. Não me explicou porque fez questão de ir a Miróbriga (Santiago do Cacém), nem a Conimbriga, mas emocionou-se ao referir-me que teria mesmo de ir a Grândola. Que toda a vida tinha sonhado ir a Grândola, a vila morena.
"Porque, infelizmente, morreram os dois na cama!" dizia-me Francesc, referindo-se à coincidência de António e Francisco - não lhes chamou Salazar e Franco - terem morrido de velhos, de velhice, passivos, na cama e não "na ponta de uma espingarda, à frente de um pelotão de fuzilamento".
Falou-me como se Grândola fosse o sitio mais importante de Portugal - assim é para ele. E eu lembrei-me que não sei se alguma vez fui a Grândola. Porque para mim, o Grândola - a contrasenha - é a vila alentejana sem o ser... é o simbolo que se distancia do objecto que lhe dá corpo...
Não contei a Francesc que a primeira vez que José Afonso cantou "Grândola, vila morena" em público foi, exactamente, em Santiago de Compostela, em 10 de maio de 1972. Talvez valesse a pena acabar no Obradoiro o roteiro de afectos do catalão.
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reflexões de um hospitaleiro
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
[1724.] Paisagens do meu quotidiano_2
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[1723.] Gestos de cidadania
A exemplo do que já fiz em 2009 - [829.], [838.], [839.], [837.] e [AQUI.] - tenho-me dedicado, nesta pre-campanha autárquica 2013, a fotografar outdoors de campanha eleitoral e enviar as fotos para o blogue www.imagensdecampanha.blogs.sapo.pt . Trata-se de um prazer e de um gesto que considero ser (também) de cidadania.
Enviei, então, o seguinte:
MEALHADA [01.agosto] - Apenas fotos = PS + Coligação 'Juntos Pelo Concelho da Mealhada' (1.ª fase)
Publicado: http://imagensdecampanha.blogs.sapo.pt/81243.html - com análise de Virginia Coutinho
[18.agosto] - Apenas fotos = Coligação 'Juntos Pelo Concelho da Mealhada' (2.ª fase)
Ainda não publicado
AGUEDA
[09.agosto] - Apenas fotos = PS + PSD/CDS
Publicado: http://imagensdecampanha.blogs.sapo.pt/81755.html - com análise de Rodrigo Saraiva
[18.agosto] - Apenas fotos = PSD/CDS (2.ª fase)
Publicado: http://imagensdecampanha.blogs.sapo.pt/83643.html - com análise de Rodrigo Saraiva
ANADIA - Apenas fotos = PS + PSD + CDS + MIAP
Ainda não publicado
Depois de ter enviado algumas fotos, Rodrigo Saraiva, um dos dinamizadores do blogue, lançou-me o desafio de eu próprio comentar os outdoors que fotografei... como não podia deixar de ser, aceitei...
CANTANHEDE
[14.agosto] - Fotos e comentário = PS + PSD
Publicado: http://imagensdecampanha.blogs.sapo.pt/83176.html - com análise minha
[18.agosto] - Fotos e comentário = CDS-PP
Publicado: http://imagensdecampanha.blogs.sapo.pt/84289.html - com análise de Rodrigo Saraiva
MIRA -
[14.agosto] - Fotos e comentário = PS + MAR
Ainda não publicado
[18.agosto] - Fotos e comentário = PSD
Ainda não publicado
ALBERGARIA-A-VELHA - Fotos e comentário = PS + PSD + CDS
Ainda não publicado
COIMBRA - Fotos e comentário = PSD/MPT/PPM; Fotos = CDS + PS
Ainda não publicado
[Actualização em 27.08.13]
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
[1722.] Paisagens do meu quotidiano_1
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
[1720.] Palavras ditas
Sobre o vandalismo à estátua do Cónego Melo, um comentário simples, no mural de José Adelino Maltez:
«A democracia dos falsos democratas grita por todos os poros. E grita sempre pela intolerância, pela justiça dos vencedores, pelos recalcamentos de quem diz ser o que nunca foi.»
«A democracia dos falsos democratas grita por todos os poros. E grita sempre pela intolerância, pela justiça dos vencedores, pelos recalcamentos de quem diz ser o que nunca foi.»
[1719.] O que for...
domingo, 11 de agosto de 2013
[1718.] É bom quando o destino se cumpre...
Em 14 de agosto de 2007, no final da primeira peregrinação a Compostela, no caminho português, cortámos esta nota em dois e celebrou-se o compromisso de a juntar, na Irlanda, para pagar duas Guiness. 2161 dias depois, no The Celts, em Dublin, as duas metades voltaram a reunir-se. É bom quando o destino se cumpre... apesar de sermos já, 2161 dias passados, pessoas diferentes!
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
[1715.] REFLEXÕES DE UM HOSPITALEIRO #12
3 de Agosto de 2013
Provêm, normalmente, do norte ou do centro da Europa. Ou muito jovens ou de idade já provecta. Aos casais. Ontem eram duas duplas. Uma de holandeses e outra de alemães. Ainda de mochila às costas, sem sequer a tirar, pediram duas cervejas. Sagres ou Super Bock? O que importa?
Beber é prioridade. Só depois visitam o alojamento.
Soneca feita, banho tomado, regressam para pôr a escrita em dia. Estudar percurso do dia seguinte, com cerveja, e jantar o "traditional". Com mais cerveja. A noite termina invariavelmente com uma alegre polémica ou geográfica, ou histórica... ontem foi linguistica do obrigadO e do obrigadA e do arigatô.
É bonito de assistir, a continuidade na diversidade. Todos diferentes, mas no intimo, todos iguais. A todos brilham os olhos na hora de ir para a cama, depois do Porto de Honra com que celebram o final da jornada.
Provêm, normalmente, do norte ou do centro da Europa. Ou muito jovens ou de idade já provecta. Aos casais. Ontem eram duas duplas. Uma de holandeses e outra de alemães. Ainda de mochila às costas, sem sequer a tirar, pediram duas cervejas. Sagres ou Super Bock? O que importa?
Beber é prioridade. Só depois visitam o alojamento.
Soneca feita, banho tomado, regressam para pôr a escrita em dia. Estudar percurso do dia seguinte, com cerveja, e jantar o "traditional". Com mais cerveja. A noite termina invariavelmente com uma alegre polémica ou geográfica, ou histórica... ontem foi linguistica do obrigadO e do obrigadA e do arigatô.
É bonito de assistir, a continuidade na diversidade. Todos diferentes, mas no intimo, todos iguais. A todos brilham os olhos na hora de ir para a cama, depois do Porto de Honra com que celebram o final da jornada.
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Caminho de Santiago,
reflexões de um hospitaleiro
[1714.] Palavras ditas
Mensagem aos participantes no XIII Regional de Coimbra, o 7.º Jambeiras
Irmãos Lobitos, exploradores e moços, pioneiros e marinheiros, caminheiros e companheiros de Coimbra
Dentro de poucas horas começa o 13.º Acampamento Regional, conhecido como Jamboree das Beiras, ou Jambeiras. Trata-se do momento alto de um percurso da região que, em fraternidade, trilhamos de quatro em quatro anos.
Desejo-vos a todos os que participam nesta actividade uma Boa Caça. Apelo a que vivam com a maior das intensidades todas as actividades que os dirigentes prepararam para vocês e que devem ser vistos como desafios que vocês podem e devem saber e querer ultrapassar.
Todos nós precisamos de “Dar cor ao nosso futuro”, porque os que nos tentam convencer de que o futuro é cinzento, não conhecem a alegria de ser escuteiro e a esperança que reside nas nossas gargalhadas. Acreditem que é no convívio com os irmãos que encontramos a cor maior, que é a comunhão e o Amor que Jesus nos incentiva a ter com os que nos são mais próximos. Sejam pacientes, arrojados, ambiciosos e alegres. Procurem ser testemunho e exemplo. Tentem estar disponíveis para servir e ajudar os que vos rodeiam.
Um acampamento de escuteiros, como é o nosso 13.º Regional, é uma cidade de lona. Uma cidade de rapazes e raparigas alegres e felizes que querem estender essa maneira diferente de ser e estar a todo o mundo.
Divirtam-se. Boa Caça!
Nuno Castela Canilho
Secretário Regional do Programa Educativo
Lobo Irmão
Irmãos Lobitos, exploradores e moços, pioneiros e marinheiros, caminheiros e companheiros de Coimbra
Dentro de poucas horas começa o 13.º Acampamento Regional, conhecido como Jamboree das Beiras, ou Jambeiras. Trata-se do momento alto de um percurso da região que, em fraternidade, trilhamos de quatro em quatro anos.
Desejo-vos a todos os que participam nesta actividade uma Boa Caça. Apelo a que vivam com a maior das intensidades todas as actividades que os dirigentes prepararam para vocês e que devem ser vistos como desafios que vocês podem e devem saber e querer ultrapassar.
Todos nós precisamos de “Dar cor ao nosso futuro”, porque os que nos tentam convencer de que o futuro é cinzento, não conhecem a alegria de ser escuteiro e a esperança que reside nas nossas gargalhadas. Acreditem que é no convívio com os irmãos que encontramos a cor maior, que é a comunhão e o Amor que Jesus nos incentiva a ter com os que nos são mais próximos. Sejam pacientes, arrojados, ambiciosos e alegres. Procurem ser testemunho e exemplo. Tentem estar disponíveis para servir e ajudar os que vos rodeiam.
Um acampamento de escuteiros, como é o nosso 13.º Regional, é uma cidade de lona. Uma cidade de rapazes e raparigas alegres e felizes que querem estender essa maneira diferente de ser e estar a todo o mundo.
Divirtam-se. Boa Caça!
Nuno Castela Canilho
Secretário Regional do Programa Educativo
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