terça-feira, 3 de setembro de 2013
[1756.] Intendência
[1755.] Playlist
VINTE ANOS
José Cid e os Green Windows
1974
Já AQUI disse que se tivesse de fazer uma playlist de músicas da minha (curta) vida, a primeira seria a 'The Final Coutdown' dos Europe. A segunda seria esta - 'Vinte Anos' do José Cid. A primeira vez que subi ao palco do cineteatro Messias, na Mealhada, foi para integrar o coro que acompanhava a minha prima Sandra Castela a cantar esta música. Não sei se era um espetáculo para escolha da rainha do Carnaval ou se era para ser outra coisa qualquer... eu devia ter uns 8 ou 9 anos.
Foram semanas a ensaiar e a ter aulas privadas... porque a desgraceira era tanta que me arriscava a ganhar um Emmy de pior coralista... mas foi uma aprendizagem intensiva do "Vem viver a vida amor"...
Enfim... "coisas que o tempo apagou"
Foram semanas a ensaiar e a ter aulas privadas... porque a desgraceira era tanta que me arriscava a ganhar um Emmy de pior coralista... mas foi uma aprendizagem intensiva do "Vem viver a vida amor"...
Enfim... "coisas que o tempo apagou"
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
[1754.] Mês eleitoral
Assembleia Municipal da Mealhada, em setembro de 2003
Em mês de eleições autárquicas, uma foto memória de 2003, há dez anos, na Assembleia Municipal da Mealhada. À esquerda, a bancada do Partido Socialista, com caras de ontem e de hoje... À direita, a bancada do PSD, e atrás a bancada do Movimento Odete Isabel.
Outros tempos... outros protagonismos!
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domingo, 1 de setembro de 2013
[1753.] Será que alguma coisa é o que parece?
Mytho Logique
Ecole Superieurs des Meties Artistique
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sábado, 31 de agosto de 2013
[1751.] No mundo que combato morro
Mia Couto
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
[1750.] Cleópatra
Cleópatra Thea Filopator
Há quem considere que Cleópatra a última rainha da dinastia Ptolomaica, no Egipto, morreu no dia de hoje, há 2043 anos.
Verdade ou não, quando lembramos as mulheres (veneris dies) não podemos deixar de recordar uma das mais misteriosas e celebradas mulheres da Antiguidade. Numa altura em que o Egipto está na ordem do dia, o fio dos dias remete-nos para a análise.
A dinastia Ptolomaica nasce com a entronização de Ptolomeu, general a quem Alexandre o Grande entregou o Egipto, depois de o conquistar. Duzentos e cinquenta anos depois, pelos braços de Cleopatra, que significa "glória do pai", o Egipto é entregue aos romanos.
Cleópatra originalmente governou conjuntamente com seu pai, Ptolemeu XII Neos Dionisos, e mais tarde com seus irmãos, Ptolomeu XIII e Ptolomeu XIV, com quem se casou como por costume egípcio, mas, eventualmente, ela tornou-se o único governante. Como faraó, ela consumou uma ligação com Júlio César, que solidificou sua permanência no trono. Mais tarde, ela elevou seu filho com César, Cesarião, para co-regente em nome.
Cleópatra foi uma grande negociante, estratega militar, falava seis idiomas e conhecia filosofia, literatura e arte gregas.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
[1749.] A imagem santa
Virgem do Leite
Josefa de Obidos
(1630 - 1684)
É natural a devoção popular venerar estátuas de santos e santas, procurando intervenção divina e invocando o pedido de graças. Muitas vezes as pessoas confundem a imagem com o representado e acham que é a imagem que tem o poder da intermediação divina, dando ao objecto-estátua propriedades que ele efectivamente não tem nem pode ter... Vemos as nossas igrejas cheias de imagens milagrosas.
O que nem sempre é fácil de encontrar (eu pelo menos conheço apenas um caso) é a veneração de um quadro a óleo, de uma imagem pintada num quadro. O caso que conheço é uma representação da Virgem do Leite (uma representação de Maria, mãe de Jesus, amamentando o filho, acompanhada de São José que segura uma cruz que o bebé parece acolher).
Esta pintura é da importante pintora hispano-portuguesa Josefa de Ayala Figueira, uma pintora seiscentista que nasceu em Sevilha e morreu em Óbidos e que assinava os seus quadros como José Fadobidos, para que não se percebesse que não era um homem.
Este quadro, muito venerado (como se pode ver na fotografia) está numa zona adjacente a uma importante capela do concelho da Mealhada. Não identifico o lugar para não ser acusado de divulgar o que os proprietários não divulgam e que poderá suscitar a curiosidade dos amigos do alheio...
Afinal a pintura pode ser sagrada!
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
[1748.] 28 de agosto de 1963
"I Have A Dream"
50th Anniversary Celebration
No dia 28 de agosto de 1963, há 50 anos, Martin Luther King foi o grande protagonista da chamada Marcha sobre Washington, que juntou 250 mil pessoas em frente ao Lincoln Memorial, em nome da defesa dos Direitos Civis da população americana. Nesse dia, nessa ocasião, Luther King enunciaria a celebre frase "I have a dream" (Eu tenho um sonho).
A sociedade americana sempre foi tremendamente hipócrita. Enquanto se proclamava a terra dos bravos e dos livres, tinha uma política de segregação racial que não lembrava aos países mais subdesenvolvidos. Ao mesmo tempo que recebia os sobreviventes do holocausto judeu tratava os negros como um povo inferior.
Cinquenta anos passados, a União americana é governada por um afrodescendente, mas será que isso significa que o sonho de Luther King se concretizou?
Será que na América e no mundo ocidental somos todos iguais, todos somos criados iguais?
Será?
[1745.] Lido
Li, nos últimos dias, a primeira encíclica do Papa Francisco (e simultaneamente a última de Bento XVI), Lumen Fidei - Luz da Fé. Apesar de o tema, a Fé, ser muito mais complexo do que os temas das três anteriores encíclicas (Deus Caritat Est - Deus é Amor, sobre o "Amor Cristão". Spe Salvi - Salvos na Esperança, sobre a "Esperança Cristã", Caritat in veritate - A Caridade na Verdade, sobre "o Desenvolvimento Integral na Caridade e na Verdade"), achei este texto muito mais simples, muito mais acessível, muito mais próximo. Não terá sido indiferente o estilo do escrevedor.
As quatro encíclicas papais parecem completar uma triologia alargada e enunciada na Epístola de São Paulo aos Coríntios: «Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.» 1 Coríntios 13:13
«Assim, o dinamismo de fé, esperança e caridade (cf. 1 Ts 1, 3; 1 Cor 13, 13) faz-nos abraçar as preocupações de todos os homens, no nosso caminho rumo àquela cidade, "cujo arquitecto e construtor é o próprio Deus" (Heb 11, 10), porque "a esperança não engana" (Rm 5, 5).
Unida à fé e à caridade, a esperança projecta-nos para um futuro certo, que se coloca numa perspectiva diferente relativamente às propostas ilusórias dos ídolos do mundo, mas que dá novo impulso e nova força à vida de todos os dias. Não deixemos que nos roubem a esperança, nem permitamos que esta seja anulada por soluções e propostas imediatas que nos bloqueiam no caminho, que "fragmentam" o tempo transformando-o em espaço. O tempo é sempre superior ao espaço: o espaço cristaliza os processos, ao passo que o tempo projecta para o futuro e impele a caminhar na esperança.»
AQUI... ainda
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
[1744.] O Miguel faz hoje um ano!
«On Top of the World»
Imagine Dragons
'Night Visions'
2013
O meu afilhado Miguel faz hoje um ano. O dia em que nasceu foi muito especial. O pai ligou-me logo de manhã, pouco tempo depois de ele ter nascido. Eu estava de saída, para ir fazer o jornal da Mealhada em dia de folga no restaurante. A Inês ainda estava em causa e ficámos os dois muito contentes. Desliguei o telefone e fui ver no meu caderno preto d' 'o fio dos dias' as efemérides do dia 27 de agosto. O Miguel nasceu sob o signo de Virgem, no Dia de Santa Mónica, padroeira das mães, 2563 anos depois de Confúcio, 242 anos depois de Hegel, 102 anos depois de Agnes Gonxha Bojaxhiu, a madre Teresa de Calcutá. Miguel será, então, um Príncipe da Paz.
Avisado o pai dos bons augúrios, viveu-se um dia de grande ansiedade, atenuada pelo momento em que chegou a primeira fotografia, via telemóvel.
Esta música é a canção da hora da papa e do banho do Miguel... numa tradução livre da sua mãe, que entoa a melodia com grande mestria numa hora de animação, o 'top of the world' anuncia tempos de festa...
Não podendo estar hoje com o Miguel. Fica a música dele, para atenuar saudades...
Se amares alguém,
O melhor será dizeres-lho quanto antes.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
[1743.] É Hilário, fadista, em 1932, no Choupal
É Hilário, fadista. Não é o Augusto do Fado. É o ti'Hilarito de Sernadelo.
É o meu avô, em 1932, no Choupal, de Coimbra, do Hilário, Augusto.
Não era grande guitarrista (nem tão bom músico como o irmão Alexandre), mas dava uns toques... era um curioso, um galã, que de dia era caixeiro no Arnado e à noite acompanhava uns doutores na gandaia. Gostava do copito, era uma jovem. Nesta altura tinha 27 anos. Faltariam dez para regressar a casa, a Sernadelo, para ajudar o cunhado a construir um império!
Não era grande guitarrista (nem tão bom músico como o irmão Alexandre), mas dava uns toques... era um curioso, um galã, que de dia era caixeiro no Arnado e à noite acompanhava uns doutores na gandaia. Gostava do copito, era uma jovem. Nesta altura tinha 27 anos. Faltariam dez para regressar a casa, a Sernadelo, para ajudar o cunhado a construir um império!
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domingo, 25 de agosto de 2013
[1742.] Learn
sábado, 24 de agosto de 2013
[1741.] Malhas que o Império tece...
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013
[1740.] De quem é a culpa?
O país está chocado com a terceira morte de bombeiros, em combate, em quinze dias. Perante o primeiro morto, em 4 de agosto, António Nuno Ferreira, quarenta e quatro anos, filhos menores, ouviu-se solidariedade, falou-se em acidente, compreendeu-se que há um risco que os bombeiros aceitam correr quando, voluntariamente, abraçam esta causa. Um risco que nem sempre corre bem. Quando, a 15 de agosto, se soube da morte de Pedro Rodrigues, solteiro, sentiu-se a angústia, acentuou-se a perda. Ontem, a morte de uma bombeira de 22 anos, com uma filha de quatro anos, instalou-se o choque e a revolta. Compreende-se.
Hoje a pergunta impõe-se:
De quem é a culpa de tantos fogos e de tantas mortes?
Fizeram-me a pergunta várias vezes hoje. Até de um jornal. A resposta que dei foi simples:
A culpa é minha!
Poderia responder que a culpa é da falta de meios. Podia, mas a verdade é que, apesar do completo desinvestimento do Estado, as associações de bombeiros voluntários, com o apoio das autarquias, o sacrifício dos próprios bombeiros e a solidariedade das populações, têm conseguido, de uma forma geral, adquirir viaturas e materiais no sentido do combate aos incêndios florestais em Portugal ser eficiente.
Poderia responder que a culpa é da falta de condições dos bombeiros. Podia, mas a verdade é que, apesar de por exemplo estar a decorrer um concurso público para a compra de equipamentos de protecção individual desde janeiro, com financiamento comunitário e de esse concurso ter sido anulado várias vezes porque foi mal feito pelo Governo, tem sido possível dar à maior parte dos bombeiros protecção condigna, especialmente para os mais operacionais.
Poderia dizer-se que a culpa é da falta de conhecimentos ou preparação dos bombeiros. Podia, mas a verdade é que apesar de a Escola Nacional de Bombeiros não estar a dar a formação necessária e na quantidade que as corporações precisam, e de até as promoções estarem todas paradas porque não há respostas, os bombeiros portugueses - muitas vezes com um saber de experiência feito -, de uma forma geral, não estão impreparados.
Poderia dizer-se que a culpa é da falta de legislação regulamentar sobre a floresta. Podia, mas a verdade é que, apesar de o Estado ser o proprietário florestal mais negligente que existe e de as suas matas estarem ao abandono, a legislação existe - quanto a perimetros de segurança, por exemplo, não há é quem a cumpra e quem a faça cumprir. A GNR, nesse dominio é perfeitamente incompetente e os tribunais perfeitamente irresponsáveis e desajustados da situação do país.
Poderia dizer-se que a culpa é da falta de legislação penal. Podia, mas a verdade é que, apesar de o regime de prisão preventiva e da aplicação de outras medidas de segurança aos incendiários não ser suficientemente persuasora, muitos dos incendiários são pessoas doentes e o problema não está em prende-los, está em tê-los internados ou debaixo de olho, especialmente nesta altura do ano.
No fundo,
A culpa é minha, que herdei pinhais e que há anos que não vou lá. Pinhais que não mando limpar, cujas extremas nem sequer conheço. Pinhais com árvores que crescem, caem, apodrecem e ardem e eu nem disso tenho reflexo.
Os juízes são fracos, os GNR são moles, há pessoas doentes em liberdade a meter fogos por vingança, por diversão - para verem o movimento, a adrenalina e o espectáculo de carros e aviões -, há governantes e políticos irresponsáveis, há bombeiros aventureiros, há isso tudo.
Mas só quando eu tiver consciência de que a floresta arde porque eu, como proprietário, nada faço, é que o problemas dos fogos florestais em Portugal deixa de ser letal.
Em Portugal mata-se por causa de uma extrema de um terreno. Há tribunais completamente entupidos por causa de partilhas de terras. Mas os portugueses querem os terrenos para fingir que são proprietários. Mas a verdade é que não são, porque não cuidam, não tratam e ainda acham injusto serem multados por serem irresponsáveis.
A Ana Rita morreu, o António morreu, o Pedro morreu. E o culpado sou eu!
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[1739.] Já há demasiados heróis nos cemitérios.
Ana Rita Abreu Pereira
Bombeira de 2.ª - BV Alcabideche
(1989-2013)
Há um número crescente de mulheres bombeiras em Portugal. Há quem concorde, há quem discorde, há quem não se aperceba, há não se queira aperceber. Há quarteis novos sem camaratas femininas, há corporações com grupos de mulheres organizadas e associadas. A bombeira que morreu ontem era uma das muitas mulheres bombeiras em Portugal.
Terá ido com a mesma vontade com que as bombeiras (e os bombeiros também) da Mealhada pedem para ir para fogos e incorporar Grupos de Reforço noutras paragens. Terá tido o sentimento de boa adrenalina que todos os bombeiros sentem e terá ido, disponível, voluntária, de Alcabideche para Tondela, como foram os Bombeiros da Mealhada. A Ana Rita terá subido de Alcabideche para Tondela, os bombeiros da Mealhada, que estavam em Castro Daire, desceram até ao Caramulo.
Mas o pior aconteceu. Não se sabe porquê. Para já. Não se sabe se há mais culpados - para além dos animais que, ao que tudo indica, atearam os fogos que lavram naquela serra há mais de cinquenta horas. Mas a Ana Rita junta-se à lista onde já se encontrava António Nuno Ferreira e Pedro Rodrigues. Deixa uma filha de quatro anos que daqui a dez já não se lembrará da mãe. Deixa uma corporação em sofrimento. Deixa uma comunidade em dor. Deixa um país de luto. Infelizmente, não deixa os estupores que atearam os fogos na prisão, nem sequer os deixará incomodados.
Foram os bombeiros da Mealhada que foram recolher o cadáver da Ana Rita no sítio onde pereceu. Um cadáver "que parecia um tronco queimado", nas palavras dos nossos homens. Um cadáver, irreconhecível, de alguém que morreu no campo de batalha. Os que ficam, os que sofrem, os queimados, os que estiveram lá, guardarão a memória de um modo de vida arriscado ao serviço dos outros.
Para mim, fica a convicção: Já há demasiados heróis nos cemitérios.
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[1738.] Paisagens do meu quotidiano_8
Outra vez a mesma paisagem [1727.]. Não por que seja bonita. Não por que seja inspiradora. Mas por que infelizemente se repete. E repete-se por terceira vez em 18 dias.
«Desde
1980, morreram 218 bombeiros em Portugal, enquanto estavam em serviço.
Destes, 105 perderam a vida em incêndios florestais. Este mês contam-se
já três bombeiros mortos na combate a fogos ou na sequência de
ferimentos graves. Para além da bombeira
que ontem faleceu em Tondela, no dia 15 um bombeiro morreu num incêndio
na Covilhã. No dia 1 deste mês, três homens dos voluntários de Miranda
do Douro ficaram feridos com gravidade, e um deles acabaria por morrer a
4 de Agosto, no Hospital da Prelada, no Porto.»
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Tempo à minha porta
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
[1737.] Paisagens do meu quotidiano_7
Casa do Sal, em Coimbra. É daqui que mando a SMS à Inês a dizer que estou a chegar. A mensagem diz, simplesmente, Casa do Sal.
É código...
É código...
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Tempo à minha porta
[1736.] "Sem o gato o rato não têm limites"*
O Museu Hermitage, em Sampetersburgo, na Rússia, tem, desde 1774 um batalhão de gatos (actualmente são cerca de 70) que protege o museu dos ratos que possam destruir as obras de arte. Os gatos podem ser 'adoptados' (odeio a expressão) pelos amigos do museu e, recentemente, "a pedido da revista do museu, o artista gráfico Eldar Zakirov, imortalizou 6 destes
senhores gatos, num conjunto de imagens inspiradas nas obras de
retratistas clássicos russos, do séc. XVIII e XIX, tais como Orest Kiprensky e Ilya Repin, utilizando ao mesmo tempo, uma técnica mais variada, numa aproximação aos mestres contemporâneos.
Os "escolhidos" foram sugeridos por Maria Haltunen, a encarregada principal dos felinos do museu, e segundo Eldar Zakirov, este tentou manter-se o mais próximo possível da verdadeira identidade destes animais e das suas características individuais: "as manchas do seu focinho, a forma das orelhas, o comprimento do pêlo”. Até mesmo a roupa foi escolhida cuidadosamente por um curador do museu no departamento do traje".
* Provérbio russo
Os "escolhidos" foram sugeridos por Maria Haltunen, a encarregada principal dos felinos do museu, e segundo Eldar Zakirov, este tentou manter-se o mais próximo possível da verdadeira identidade destes animais e das suas características individuais: "as manchas do seu focinho, a forma das orelhas, o comprimento do pêlo”. Até mesmo a roupa foi escolhida cuidadosamente por um curador do museu no departamento do traje".
* Provérbio russo
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
[1735.] Se eu mandasse
Se eu mandasse, nenhum português poderia ser eleito ou nomeado para um cargo político nacional sem ler este livro.
Não é um compêndio de história. Também não um pangírico auto-elogioso. Trata-se de uma obra simples, clara, fácil de ler, que enuncia uma tese também ela clara e simples: Portugal é um projecto político claro e transparente, construído através de uma conjugação de esforços múltipla que se superou e reinventou várias vezes sempre numa perspectiva de exteriorização, de convívio e serviço ao Outro. No fundo, não conseguiriamos viver sozinhos...
aconselho.
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