terça-feira, 13 de agosto de 2013

[1720.] Palavras ditas

Sobre o vandalismo à estátua do Cónego Melo, um comentário simples, no mural de José Adelino Maltez:

«A democracia dos falsos democratas grita por todos os poros. E grita sempre pela intolerância, pela justiça dos vencedores, pelos recalcamentos de quem diz ser o que nunca foi.»

[1719.] O que for...


domingo, 11 de agosto de 2013

[1718.] É bom quando o destino se cumpre...

Em 14 de agosto de 2007, no final da primeira peregrinação a Compostela, no caminho português, cortámos esta nota em dois e celebrou-se o compromisso de a juntar, na Irlanda, para pagar duas Guiness. 2161 dias depois, no The Celts, em Dublin, as duas metades voltaram a reunir-se. É bom quando o destino se cumpre... apesar de sermos já, 2161 dias passados, pessoas diferentes!

sábado, 3 de agosto de 2013

[1716.] Geografia dos afectos?


[1715.] REFLEXÕES DE UM HOSPITALEIRO #12

3 de Agosto de 2013

Provêm, normalmente, do norte ou do centro da Europa. Ou muito jovens ou de idade já provecta. Aos casais. Ontem eram duas duplas. Uma de holandeses e outra de alemães. Ainda de mochila às costas, sem sequer a tirar, pediram duas cervejas. Sagres ou Super Bock? O que importa?
Beber é prioridade. Só depois visitam o alojamento.
Soneca feita, banho tomado, regressam para pôr a escrita em dia. Estudar percurso do dia seguinte, com cerveja, e jantar o "traditional". Com mais cerveja. A noite termina invariavelmente com uma alegre polémica ou geográfica, ou histórica... ontem foi linguistica do obrigadO e do obrigadA e do arigatô.
É bonito de assistir, a continuidade na diversidade. Todos diferentes, mas no intimo, todos iguais. A todos brilham os olhos na hora de ir para a cama, depois do Porto de Honra com que celebram o final da jornada.

[1714.] Palavras ditas

Mensagem aos participantes no XIII Regional de Coimbra, o 7.º Jambeiras
Irmãos Lobitos, exploradores e moços, pioneiros e marinheiros, caminheiros e companheiros de Coimbra

Dentro de poucas horas começa o 13.º Acampamento Regional, conhecido como Jamboree das Beiras, ou Jambeiras. Trata-se do momento alto de um percurso da região que, em fraternidade, trilhamos de quatro em quatro anos.
Desejo-vos a todos os que participam nesta actividade uma Boa Caça. Apelo a que vivam com a maior das intensidades todas as actividades que os dirigentes prepararam para vocês e que devem ser vistos como desafios que vocês podem e devem saber e querer ultrapassar.

Todos nós precisamos de “Dar cor ao nosso futuro”, porque os que nos tentam convencer de que o futuro é cinzento, não conhecem a alegria de ser escuteiro e a esperança que reside nas nossas gargalhadas. Acreditem que é no convívio com os irmãos que encontramos a cor maior, que é a comunhão e o Amor que Jesus nos incentiva a ter com os que nos são mais próximos. Sejam pacientes, arrojados, ambiciosos e alegres. Procurem ser testemunho e exemplo. Tentem estar disponíveis para servir e ajudar os que vos rodeiam.

Um acampamento de escuteiros, como é o nosso 13.º Regional, é uma cidade de lona. Uma cidade de rapazes e raparigas alegres e felizes que querem estender essa maneira diferente de ser e estar a todo o mundo.

Divirtam-se. Boa Caça!

Nuno Castela Canilho
Secretário Regional do Programa Educativo
Lobo Irmão

domingo, 28 de julho de 2013

[1713.] Ide, sem medo, para Servir!

IDE, SEM MEDO, PARA SERVIR

Disse-nos o Papa Francisco, hoje de manhã, na Missa do Envio, na Jornada Mundial da Juventude.


Homilia do Papa Francisco
Santa Missa pela XXVIII Jornada Mundial da Juventude
Rio de Janeiro
Domingo, 28 de julho de 2013

Venerados e amados Irmãos no episcopado e no sacerdócio,

Queridos jovens!

«Ide e fazei discípulos entre todas as nações». Com estas palavras, Jesus se dirige a cada um de vocês, dizendo: «Foi bom participar nesta Jornada Mundial da Juventude, vivenciar a fé junto com jovens vindos dos quatro cantos da terra, mas agora você deve ir e transmitir esta experiência aos demais». Jesus lhe chama a ser um discípulo em missão! Hoje, à luz da Palavra de Deus que acabamos de ouvir, o que nos diz o Senhor? Três palavras: Ide, sem medo, para servir.

1. Ide. Durante estes dias, aqui no Rio, vocês puderam fazer a bela experiência de encontrar Jesus e de encontrá-lo juntos, sentindo a alegria da fé. Mas a experiência deste encontro não pode ficar trancafiada na vida de vocês ou no pequeno grupo da paróquia, do movimento, da comunidade de vocês. Seria como cortar o oxigênio a uma chama que arde. A fé é uma chama que se faz tanto mais viva quanto mais é partilhada, transmitida, para que todos possam conhecer, amar e professar que Jesus Cristo é o Senhor da vida e da história (cf. Rm 10,9).

Mas, atenção! Jesus não disse: se vocês quiserem, se tiverem tempo, mas: «Ide e fazei discípulos entre todas as nações». Partilhar a experiência da fé, testemunhar a fé, anunciar o Evangelho é o mandato que o Senhor confia a toda a Igreja, também a você. É uma ordem sim; mas não nasce da vontade de domínio ou de poder, nasce da força do amor, do fato que Jesus foi quem veio primeiro para junto de nós e nos deu não somente um pouco de Si, mas se deu por inteiro, deu a sua vida para nos salvar e mostrar o amor e a misericórdia de Deus. Jesus não nos trata como escravos, mas como homens livres, amigos, como irmãos; e não somente nos envia, mas nos acompanha, está sempre junto de nós nesta missão de amor.
Para onde Jesus nos manda? Não há fronteiras, não há limites: envia-nos para todas as pessoas. O Evangelho é para todos, e não apenas para alguns. Não é apenas para aqueles que parecem a nós mais próximos, mais abertos, mais acolhedores. É para todas as pessoas. Não tenham medo de ir e levar Cristo para todos os ambientes, até as periferias existenciais, incluindo quem parece mais distante, mais indiferente. O Senhor procura a todos, quer que todos sintam o calor da sua misericórdia e do seu amor.

De forma especial, queria que este mandato de Cristo -”Ide” – ressoasse em vocês, jovens da Igreja na América Latina, comprometidos com a Missão Continental promovida pelos Bispos. O Brasil, a América Latina, o mundo precisa de Cristo! Paulo exclama: «Ai de mim se eu não pregar o evangelho!» (1Co 9,16). Este Continente recebeu o anúncio do Evangelho, que marcou o seu caminho e produziu muito fruto. Agora este anúncio é confiado também a vocês, para que ressoe com uma força renovada. A Igreja precisa de vocês, do entusiasmo, da criatividade e da alegria que lhes caracterizam! Um grande apóstolo do Brasil, o Bem-aventurado José de Anchieta, partiu em missão quando tinha apenas dezenove anos! Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido!

2. Sem medo. Alguém poderia pensar: «Eu não tenho nenhuma preparação especial, como é que posso ir e anunciar o Evangelho»? Querido amigo, esse seu temor não é muito diferente do sentimento que teve Jeremias, um jovem como vocês, quando foi chamado por Deus para ser profeta. Acabamos de escutar as suas palavras: «Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, sou muito novo». Deus responde a vocês com as mesmas palavras dirigidas a Jeremias: «Não tenhas medo… pois estou contigo para defender-te» (Jr 1,8). Deus está conosco!
«Não tenham medo!» Quando vamos anunciar Cristo, Ele mesmo vai à nossa frente e nos guia. Ao enviar os seus discípulos em missão, Jesus prometeu: «Eu estou com vocês todos os dias» (Mt 28,20). E isto é verdade também para nós! Jesus não nos deixa sozinhos, nunca lhes deixa sozinhos! Sempre acompanha a vocês!

Além disso, Jesus não disse: «Vai», mas «Ide»: somos enviados em grupo. Queridos jovens, sintam a companhia de toda a Igreja e também a comunhão dos Santos nesta missão. Quando enfrentamos juntos os desafios, então somos fortes, descobrimos recursos que não sabíamos que tínhamos. Jesus não chamou os Apóstolos para viver isolados, chamou-lhes para que formassem um grupo, uma comunidade. Queria dar uma palavra também a vocês, queridos sacerdotes, que concelebram comigo esta Eucaristia: vocês vieram acompanhando os seus jovens, e é uma coisa bela partilhar esta experiência de fé! Mas esta é uma etapa do caminho. Continuem acompanhando os jovens com generosidade e alegria, ajudem-lhes a se comprometer ativamente na Igreja; que eles nunca se sintam sozinhos!

3. A última palavra: para servir. No início do salmo proclamado, escutamos estas palavras: «Cantai ao Senhor Deus um canto novo» (Sl 95, 1). Qual é este canto novo? Não são palavras, nem uma melodia, mas é o canto da nossa vida, é deixar que a nossa vida se identifique com a vida de Jesus, é ter os seus sentimentos, os seus pensamentos, as suas ações. E a vida de Jesus é uma vida para os demais. É uma vida de serviço.

São Paulo, na leitura que ouvimos há pouco, dizia: «Eu me tornei escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível» (1 Cor 9, 19). Para anunciar Jesus, Paulo fez-se «escravo de todos». Evangelizar significa testemunhar pessoalmente o amor de Deus, significa superar os nossos egoísmos, significa servir, inclinando-nos para lavar os pés dos nossos irmãos, tal como fez Jesus.

Ide, sem medo, para servir. Seguindo estas três palavras, vocês experimentarão que quem evangeliza é evangelizado, quem transmite a alegria da fé, recebe alegria. Queridos jovens, regressando às suas casas, não tenham medo de ser generosos com Cristo, de testemunhar o seu Evangelho. Na primeira leitura, quando Deus envia o profeta Jeremias, lhe dá o poder de «extirpar e destruir, devastar e derrubar, construir e plantar» (Jr 1,10). E assim é também para vocês. Levar o Evangelho é levar a força de Deus, para extirpar e destruir o mal e a violência; para devastar e derrubar as barreiras do egoísmo, da intolerância e do ódio; para construir um mundo novo. Jesus Cristo conta com vocês! A Igreja conta com vocês! O Papa conta com vocês! Que Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, lhes acompanhe sempre com a sua ternura: «Ide e fazei discípulos entre todas as nações». Amém.

sábado, 27 de julho de 2013

[1712.] Palavras ditas


 DISCURSO DO 86.º ANIVERSÁRIO 
DA ASSOCIAÇÃO DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA MEALHADA


Saudações

Ontem, 26 de julho, celebrámos o 86.º aniversário da nossa associação. Hoje, aqui, entre amigos, festejamos esse aniversário, em fraternidade e unidade. Obrigado por se terem unido a nós neste dia que até por isso é especial – obrigado aos sócios e antigos diretores, aos autarcas (os presentes e os futuros), aos antigos e aos actuais bombeiros, ao comando, aos nossos familiares e aos amigos de outras associações.

Ontem, 26 de julho, foi dia de Sant'Ana, padroeira da Mealhada. Não terá sido por acaso que os fundadores escolheram o seu dia para criar esta associação. Estabeleceram, assim, uma ligação fortíssima entre a população, que evoca a sua padroeira, e uma associação tão carecida de apoio da população e da sua estima. Como ontem se ouvia na liturgia da solenidade, do Livro de Ben-Sirá: “Celebremos os louvores dos homens ilustres, dos nossos antepassados através das gerações. Foram homens virtuosos e as suas obras não foram esquecidas”.

Lembremos, por isso, hoje, os que tiveram o rasgo de criar uma associação de Bombeiros com o intimo desígnio de prestar às pessoas um bem tão simples, mas tão essencial que é o da segurança e da assistência na catástrofe e na doença. Nomes como João Saraiva, Augusto Ramalheira e Bernardino Felgueiras não podem deixar de ser referências de altruísmo e abnegação. A história da Mealhada conta-nos que é possível que já em 1916 (ou seja há 96 anos) houvesse bombeiros na Mealhada. Mas festejamos hoje um história de associativismo, de unidade, de congregação de esforços daquela que é a maior associação do concelho da Mealhada, com quase 2700 sócios pagantes e colaborantes. Uma história que se fez de construção de homens e mulheres, mas também de equipamentos, como este quartel, o quinto da associação, que neste ano, em outubro, comemora duas décadas sobre a data da sua inauguração. E na pessoa do Dr. Mário Saraiva, aqui presente, agradecemos a todos os diretores e dirigentes da nossa associação.
Inaugurámos ontem as galerias de fotografias dos presidentes da associação, na sala da direcção, dos comandantes, segundos comandantes e adjuntos de comando, nos respectivos gabinetes, e que convidamos todos a visitar. Preservamos, assim, a memória histórica da associação que é, também, a sua identidade.

Agradecimento é a tónica que eu e a direcção a que presido gostariamos de vos dirigir hoje, nesta ocasião.

Um agradecimento aos sócios – quase três milhares – que cumprem as suas obrigações estatutárias, mas que, muitos deles, vão muito além disso, com donativos, com gestos bonitos como, e perdoem-me o exemplo, do casal que, em vez de dar aos convidados uma lembrança do dia do casamento, entendeu dar aos bombeiros o dinheiro que para isso gastaria.

Um agradecimento, também, às associações do concelho que têm dado mostras de grande solidariedade e que nesta casa têm tido sempre um porto de abrigo e de ajuda. Agradeço, particularmente, à Associação de Aposentados da Bairrada que entendeu entregar-nos a receita do sarau do seu aniversário, e que resultou numa assinalável maquia que será destinada para a compra de uma ambulância de socorro.

Agradecemos, de uma forma muito especial aos amigos voluntários que nos têm ajudado na Tasquinha na Feira de Artesanato e Gastronomia. Obrigado aos bombeiros que deram mostras da sua boa-vontade, aos bombeiros do quadro de honra e do quadro de reserva que demonstraram que continuam a ser peças importantes dentro da associação – e de quem precisamos tanto – e obrigado a todas as pessoas que não sendo bombeiras nem nunca o tendo sido foram incansáveis e solidárias. Obrigado ao senhor Joaquim Ricardo, à dona São, à Dona Lúcia, à Dona Corina, à Dona Dora, à Dona Cila, à Ana Lousada, à Dona Dina Lousada, ao Chefe Peu, ao senhor Carlos Melo, ao comandante Lousada, ao Caló e a todos os bombeiros do quadro activo e funcionários que ajudaram. 


Agradecemos aos empresários que têm sido sempre solidários, que nos ajudaram hoje nesta festa, com o lanche que se segue, mas também em tantos outros momentos de partilha e colaboração. E nesse agradecimento, dirijo-me ao Sr. Fernando Duarte, da Fernando Duarte e Filhos, Lda, que é bom exemplo da responsabilidade social que uma empresa pode ter.

Agradecemos aos autarcas, aos presidentes de Junta de Freguesia – não só à Junta da Mealhada, que aqui saúdo através do meu querido amigo comandante do quadro de Honra José Felgueiras, mas a todas elas, que têm dado à nossa associação o carinho e a dimensão do seu alcance e importância. Agradecimento importante que se estende ao municipio da Mealhada, e ao presidente da Câmara Municipal da Mealhada, professor Carlos Cabral, que talvez pelo facto de já ter sido dirigente de uma associação de bombeiros, compreende o nosso trabalho, compreende perfeitamente a nossa missão, e por isso tem sido solidário e colaborante.

Aproveito a oportunidade para me dirigir aos candidatos às próximas eleições autárquicas, a todos eles, e saudo-os através do Dr. Rui Marqueiro e do Sr. António Breda aqui presentes, para lhes dizer que nesta fase da nossa vida colectiva, o esforço de serviço que demonstraram ao candidatar-se, aliado às necessidades da nossa comunidade, são o tempo ideal para construirmos um concelho que se quer sempre mais próspero e fraterno. Os Bombeiros da Mealhada, na promoção do sentimento e garantia de segurança na catástrofe e na doença, estão disponíveis para ajudar, assim o queiram os eleitos, que têm no passado um referencial de colaboração saudável.

Agradeço a colaboração dos órgãos sociais, especialmente do Conselho Fiscal e do seu presidente, o Dr. Bruno Peres, que tem dado um contributo muito importante na continuidade da boa saúde financeira desta casa.

Tenho muita pena, mas não tenho razões para hoje vos deixar palavras de pessimismo ou de grande angústia. Bem sei que nem um discurso é discurso em Portugal se não tiver lamúrias e queixumes, e lamentos e choradinhos. Mas nós não somos assim. Temos as nossas preocupações – que são muitas – mas hoje não é dia de as referir. Herdámos uma associação equilibrada financeiramente. Temos lutado contra os lobis nacionais de transporte de doentes. Temos combatido a crise económica e o desinvestimento nacional nas associações de Bombeiros. Temos procurado combater sensibilidades e defeitos internos, melhorando serviços e construindo melhores soluções. Procuramos compreender os desafios do novo voluntariado nacional – o que vai superar o actualmente vigente que está esgotado e apodrecido.

Poucos meses depois de termos tomado posse, renovamos o nosso compromisso de Serviço. Comprámos um gerador que nos dará autonomia energética no quartel – que era uma lacuna operacional grave e séria – das nossas instalações. Comprámos uma nova central telefónica – que será instalada nas próximas semanas – e que trará melhorias no atendimento, no serviço e no trabalho, nomeadamente burocrático, dos nossos bombeiros. Começámos os trabalhos de beneficiação do nosso quartel pelas zonas que estão mais degradadas e menos poupadas por 20 anos de desgaste natural. Prosseguimos um esforço de angariação de fundos para a aquisição de uma Ambulância de Socorro, ainda este ano, que melhorará significativamente o nosso trabalho na área da Saúde e do socorro.

Nos próximos meses, depois de terminada a época crítica de incêndios florestais, tomaremos medidas de restruturação ampla de serviços, que, assim acreditamos, trarão grandes beneficios à associação e às pessoas que nela trabalham.  

A palavra final que vos quero deixar é de esperança. Somos uma associação que apesar dos quase 90 anos é jovem, com muita vontade de combater os fogos da vida de frente, com uma vontade grande de Servir com abnegação e altruísmo, com uma enorme vontade de estar ao lado das pessoas que precisam de nós e de quem gostamos tanto!

Vivam os Bombeiros da Mealhada,
Viva o concelho da Mealhada.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

[1711.] Hoje...


... É DIA DE SANTA ANA. Padroeira dos avós, da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, dos Bombeiros da Mealhada, dos Escuteiros da Mealhada. Faz hoje anos que foi inaugurada a luz eléctrica na Mealhada (1925) e fundados os bombeiros (1927). O dia de todas as festas.

[1710.] Lido...

Quando se sente europeu?

A liberdade e a Europa são mestiças
por António Barreto, Sociólogo

A Europa é tudo, de Felipe II a Auschwitz, de Piero della Francesca ao vinho do Porto e à II Guerra Mundial.
Quando ouço Felipe II, rei de Espanha e de Portugal, filho do imperador Carlos V do Sacro Império Romano Germânico e de Isabel de Portugal, casado três vezes com uma rainha inglesa, uma princesa portuguesa e uma princesa francesa, cantar, na Ópera Don Carlo, de Verdi, sobre libreto de Joseph de Méry e de Camille de Locle e drama original de Friedrich Schiller, a área na qual prevê ser enterrado sozinho no Escorial, sei que estou na Europa. Quando, na Polónia, visito Auschwitz, campo de concentração construído por alemães, no qual foram assassinados alguns milhões de polacos, russos, romenos, judeus, alemães, ciganos, húngaros, ucranianos, comunistas, socialistas, testemunhas de Jeová, homossexuais e outros, sei que estou na Europa. Quando visito uma aldeia perdida na Toscânia chamada Borgo di Sansepolcro e deparo, no Museo Cívico, com a Ressurreição, de Piero della Francesca, sei que estou na Europa. Quando passeio pela Normandia e visito uns tantos cemitérios da segunda guerra mundial onde estão enterrados mil polacos, 15 mil britânicos, cinco mil canadianos, 16 mil americanos e 42 mil alemães, sei que estou na Europa. Quando me passeio entre os bardos de vinhas do Douro, que produzem um dos grandes vinhos do mundo, dito do Porto, feito por lavradores portugueses, trabalhadores galegos, comerciantes escoceses e transportadores holandeses e ingleses e bebido por toda a gente, sobretudo franceses, sei que estou na Europa.

in Diário de Notícias

quinta-feira, 25 de julho de 2013

[1708.] Hoje somos todos galegos


[1707.] Estórias de San'Tiago?



LA VOIE LACTÉE  [1969]

Filme considerado herético, de Luis Buñuel, sobre o Caminho de Santiago e que aborda a personagem de Prisciliano de Ávila, que, segundo algumas teorias, pode ser o santo cujo corpo está sepultado na Catedral de Santiago de Compostela...

[1706.] Estórias de San'Tiago?

segunda-feira, 22 de julho de 2013

[1705.] REFLEXÕES DE UM HOSPITALEIRO #11

21 de Julho de 2013

Ao ver entrar um peregrino cá em casa, de mochila às costas, com aquele sorriso e descanso de quem já encontrou poiso por hoje, lembro que há uma semana o backpacker era eu. E parece que revivo exactamente aquilo que o peregrino está a sentir. E parece que consigo perceber a satisfação com que bebe a primeira cerveja fresquinha e descansada. E parece que sei a que sabe esticar os músculos numa cama e num banho fresco e retemperador.
E vivo tudo outra vez.
A semana passada na Irlanda foi a primeira experiência backpacker que tive depois de ser um honrado estalajadeiro (o Ovelha prefere a hospitaleiro...) e senti algo de especial.
Senti-me na simpatia do empregado da pousada de Cork que me fez logo perceber que a Irlanda não é a Britânia. Senti-me no acolhimento da família Bresham na casa de quem dormimos em Kilkenny (um bed and breakfast localizado numa vivenda familiar) e no pequeno-almoço que nos serviram na manhã seguinte. Senti no profissionalismo do funcionário da Pousada da Juventude de Belfast, que apesar de ser muito esquisito foi competente. Senti no esforço do funcionário do BB de Dublin em nos arranjar uma solução numa cidade overbooked e na mudança de atitude da sua colega, no dia seguinte, que não encontrava remédio para o irremediável.
Provavelmente passei a ver o mundo de uma maneira diferente e a sentir a satisfação de conseguir estar dos dois lados da barricada... ou do balcão...

[1704.] REFLEXÕES DE UM HOSPITALEIRO #10

21 de Julho de 2013

Allie é irlandesa. É uma mulher muito bonita. É alta, loura, bem feita. Não deverá ter mais do que 45 anos. É irlandesa. É peregrina. Chegou cá a 19 de julho e foi preciso ir busca-la à Esplanada. É jornalista e entrevistou o Diogo. Até aqui tudo normal, não fosse trazer os dois filhos consigo, de mochila às costas a Ava e o Ollie, ela com 15 anos e ele com 8.
Como eu gostava de um dia fazer o caminho com os meus filhos e com os meus afilhados. 
Se calhar senti inveja...

[1709.] IV República já!


Apanhei a brincadeira política dos asininos de 'Lesboa' a que alguns chamaram 'Crise' no meu primeiro dia de férias. Procurei acompanhar e da primeira vez que aqui no Facebook comentei o caso só disse asneira. Saí do país - fui até à resgatada Irlanda - e mesmo lá assisti (atónito) ao desenrolar de vinte dias de angustia de um país que na prática é, apenas formalmente, uma Democracia com quatro décadas. Longe dos comentadores especialistas em assuntos gerais, pagos pelos partidos (mesmo que indirectamente) pude pensar na Democracia do meu amado país. Decidi que só voltaria a abrir a boca quando o assunto estivesse terminado. Ainda não está, falta empossar o 'XIX Governo - Parte 2'. Depois disso direi o que penso. Para já reafirmo o que escrevi há 20 dias: 'É a hora de começar a construir a IV República.

[1703.] As tocas de um leão... que podia ser leoa?

Há uma antiga praxe de Coimbra que leva os caloiros junto do Monumento a Camões, junto do exemplar do Panthera Leo que lá está a rugir, na base, e lhes é pedido que digam, comprovando cientificamente se o exemplar é um macho ou uma fêmea. O caloiro é incentivado a aproximar-se do animal e procurar o órgão reprodutor masculino. Não o encontrará e dirá que se trata de uma fêmea. Naturalmente, e porque tem juba, o doutor dir-lhe-á que se trata de um macho e que a cena de ridicula apalpação seria despropositada.

O César é teimoso. Certo dia, em conversa solta, comentei que o Monumento a Camões já teve mais sitios na cidade do que importância para os coimbrinhas... Hoje (diga-se em abono da verdade) ocupa lugar proeminente na Avenida Sá da Bandeira, quase em frente ao Centro Comercial Avenida, mas também já esteve escondido na Rua do Arco da Traição, ao lado do Instituto Universitário Justiça e Paz, sem que ninguém desse por ele. Dizia eu ao César que o lugar originário do monumento foi no chamado largo das Mamonas, onde hoje se situa a Faculdade de Letras. No estilo que lhe é peculiar, o César chamou-me de burro, que tal coisa nunca teria acontecido e que eu estava a "espetar a tanga".

Passaram-se alguns meses quando, na Feira do Livro de Coimbra encontrei um livro chamado "Coimbra Antiga", telefonei ao César com ar de quem precisa de ser socorrido e ele, solicito, veio à Praça da República. Chamei-o junto do livro, mostrei-lhe quem era o burro, e fomos beber uma cerveja ao Cartola. A foto é esta.

domingo, 21 de julho de 2013

[1702.] De regresso às Moradas Frias

O Conselho de Agrupamento decidiu e eu estou feliz com a decisão. 
VOLTEI ÀS MORADAS FRIAS!


[John Charles Dollman - Mowgli made leader of the BandarLog]

sexta-feira, 19 de julho de 2013

[1746.] Ypsílon_22

19 DE JULHO DE 2013
Noite do Conselho de Agrupamento do 1037 Mealhada

terça-feira, 16 de julho de 2013

[1701.] Reflexões de um hospitaleiro, powered by Paulo Valdez

O Paulo Valdez fez-me uma ilustração caricatural para o Reflexões de um Hospitaleiro. 
Está ou não está lindo? 
Obrigado Paulo!

[1700.] São boas as férias, não foram?

 
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Nuno Castela Canilho As duas beldades na foto são o Miguel e o padrinho dele. Digam lá que não há sintonia? 

Nuno Castela Canilho O Miguel tinha acabado de vir da escola... estava exausto, coitadinho! 

Nuno Castela Canilho A Preguiça é a Mãe de Todos os Vicios... Mãe é mãe, há que respeitar!

[1699.] Atónito

Comentário pessoal à situação politica nacional.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

[1698.] Desabafo no epicentro...4


Se Seguro chamar Portas ao XX Governo sofrerá na pele a mesma traição que Passos. Ninguém espere que seja fiel a mulher adultera que deixou alguém para estar consigo.

[1697.] Desabafo no epicentro...3

Sou da opinião de que Pedro Passos Coelho deve apresentar a sua demissão quanto antes. Portugal voltou ao pântano e à espada e à parede. Uma clarificação parece ser a única salvação possível no curto-prazo. O médio longo prazo só que resolve com uma refundação do Regime e com a IV República. Até lá, Pedro Passos Coelho é o melhor primeiro-ministro do Século XXI e sai (se sair) como a vitima num processo da politica velha e caduca que vais regurgitar os portugueses. Portugal reconhecerá o valor de Passos depois do fracasso de Seguro... espero que não seja tarde de mais!

[1696.] Desabafo no epicentro...2

Hoje é a noite de fogo para o CDS/PP de Paulo Portas. Se matarem o XIX Governo não me parece que tenham condições para se sentarem no XX, nem mesmo se essa fosse a vontade de Seguro. A velha máxima latina de que 'Roma não paga a traidores' ainda vale.

terça-feira, 2 de julho de 2013

[1695.] Desabafo no epicentro...


Já não há homens de Estado!
A III REPÚBLICA ACABOU. Funde-se a IV República! JÁ!


Nuno Castela Canilho Admiro, pessoalmente, o primeiro-ministro, mas se for verdade o que diz PORTAS, que (apesar de ser ministro de Estado e o líder do partido da coligação) não foi consultado na escolha do Ministro das Finanças, então a culpa de uma eventual queda do Governo é da exclusiva responsabilidade de PASSOS COELHO. É inadmissível.
Nuno Castela Canilho http://expresso.sapo.pt/gabinete-de-passos-desmente-tese-de-portas=f817799Gabinete de Passos desmente tese de Portas
Passos informou Portas no sábado da saída de Gaspar e escolha de Maria Luís. S. Bento desmente tese do líder do CDS.


Nuno Castela Canilho Se se confirmar que Portas mentiu, então é dele o comportamento inadmissível e são verdadeiras as acusações de que é um escroque.



Nuno Castela Canilho http://www.publico.pt/politica/noticia/declaracao-de-passos-coelho-na-integra-1599063

sábado, 29 de junho de 2013

[1694.] Ypsílon_21



29 DE JUNHO DE 2013

Dia de São Pedro e São Paulo

[1693.] Faleceu ontem o último Bispo-Conde de Coimbra.



Os bispos de Coimbra são ao mesmo tempo detentores do título nobiliárquico de Condes de Arganil. D.João Alves tinha a pose austera e séria de um conde, tenho dele apenas a imagem institucional... (sei que na intimidade era muito afável), mas sempre o vi como uma figura grave, séria, altiva que se tornou ainda mais contrastante quando lhe sucedeu D.Albino Cleto, que era muito mais terno, amigo, próximo.
Para mim, D.João Alves será sempre o Bispo-Conde, o último Bispo-Conde.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

[1692.] Good Luck Madiba


[1691.] Em dia de greve geral, sinto-me assim:



[1624.] O fio dos dias no Jornal da Mealhada #02

1 de julho de 2003

A primeira década

Na tarde de 1 de julho de 2003, há dez anos, portanto, o parlamento nacional aprovava, por unanimidade, a elevação da vila da Mealhada à categoria de cidade. Depois de um punhado de meses de violenta discussão interna, estava dado um primeiro passo para uma elevação que, bastante falada na altura, em breve passaria inócua, ou apenas susceptível a algum gozo entre trocadilhos.
Contrariamente ao que muitos, na altura, pareciam querer demonstrar, a Mealhada – e agora falo no concelho, especialmente – não perdeu nada em se ter tornado cidade. A pergunta que se impõe é a inversa: Será que ganhou alguma coisa?
O processo de elevação da vila da Mealhada à categoria de cidade – e no mesmo dia o de Oliveira do Bairro, por exemplo – demonstrou claramente que as leis da República, quando o legislador é, ao mesmo tempo, o aplicador e o julgador, mais não servem do que um guião de principios gerais que só são cumpridos se se quiser. A vila da Mealhada não cumpria praticamente nenhum dos critérios enunciados na lei, nem sequer a excepção seria observável. Mas de qualquer forma, a decisão foi tomada e os dois projectos em análise – de Gonçalo Breda Marques, do PSD, e a cópia (até nas gralhas) assinada por Rosa Albernaz, do PS – foram aprovados, com publicação em Diário da República em 26 de agosto.
Retomamos a pergunta: O que ganhámos em dez anos de cidade? Sugerimos uma resposta: Nada. Passámos, apenas, ao lado de um boa oportunidade de coesão interna, do aprofundamento de instrumentos de democracia participativa modernos, de incremento de desenvolvimento da sociedade civil. Os responsáveis por esta alegada falta? Todos nós ou cada um dos mealhadenses. Os responsáveis autárquicos – Junta e a Câmara – são os que menos devem nesta contabilidade. Porque para se ser cidade é preciso ser-se cidadão... e aí estamos fraquinhos, muito fraquinhos!

in JORNAL DA MEALHADA de 26 de junho de 2013

domingo, 23 de junho de 2013

[1690.] Será completamente estúpido perguntar...?

Será completamente estúpido perguntar se o parque que está a ser construído no Choupal, no centro da Mealhada, vai ter casa de banho? Pergunto com a mesma ignorância de que indaga se será completamente estúpido perguntar se o Parque da Cidade da Mealhada já tem casa de banho.




quinta-feira, 20 de junho de 2013

[1688.] REFLEXÕES DE UM HOSPITALEIRO #09

20 de Junho de 2013

Promova-se o debate: «Qual o pior inimigo do peregrino?»

A desistência ou o chamado psicológico? As bolhas nos pés? As subidas? Ou as descidas?
A minha opinião é muito mais escatológica. O maior inimigo do peregrino é a DIARREIA! Que o diga o pobre do americano da Florida que hoje entre nós padece em sofrimento...




[1687.] Foi na Vacariça, em 1320, que se instituiu o culto da Imaculada Conceição de Maria, em Portugal


Bispo D. Raimundo Ebrard - (Coimbra)
Data do bispado: 1319-1324


D. Raimundo Ebrard (1319.11.10-1324.07.15) - Era sobrinho do Bispo D. Ayméric, Cónego de Caors e depois Cónego, Tesoureiro e Deão da Sé de Coimbra. Instituiu, pela primeira vez em Portugal, a festa da Imaculada Conceição de Maria, a pedido da Rainha Santa Isabel, por Portaria, assinada na Vacariça, em 17 de Outubro de 1320 e ordenou que ela se celebrasse a 8 de Dezembro. Faleceu em Linhares, a 15 de Julho de 1324.




quarta-feira, 19 de junho de 2013

[1686.] Bureaucracia


[1685.] Será completamente estúpido perguntar...?

Será completamente estúpido perguntar porque razão é que as Estradas de Portugal não fazem arranjos de estradas de madrugada? Se assim fosse, não obstruíam o trânsito de tal modo que as pessoas não conseguem fazer a sua vida normal... Serei eu o burro?




domingo, 16 de junho de 2013

[1681.] Fazer a diferença

A única alternativa a um bocadito de TV na tarde de domingo converteu-se à lixeira alegadamente popularucha do Portugal do pimba e do nacional-porreirismo! Quando é que em Portugal deixa de vingar a ideia de que se resulta num lado o inteligente é pura e simplesmente copiar?
Convençam-se de que temos de saber fazer diferente, porque se ninguém fizer a diferença seremos todos igualmente maus!




[1679.] Duques e cenas tristes



Notas facebokianas sobre o trabalho da revista Sábado, alegadamente sobre o Leitão da Bairrada, mas que resultou num ataque infame à restauração na Mealhada.


Nuno Castela Canilho
Desculpem lá meter a colherada... mas este artigo, publicado na semana em que a Mealhada promove uma Semana do Leitão é tudo menos inocente. Numa leitura mais cuidada do que mera observação das opiniões do senhor Duque (que são completamente caluniosas e indignas), interessa adjectivar o trabalho do pseudo-jornalista que o produziu como uma porcaria indigna de uma revista como a Sábado.

Se não vejamos, confunde sistematicamente Mealhada com Bairrada como se fossem sinónimos, tem frases determinantes como "informações não confirmadas", ou seja: o artigo é um nojo!

Depois há as opiniões do sr.Duque e do sr.Maló que são naturalmente estapafurdias, o segundo é parte interessada porque vende os leitões 'do Lado Bom da Força', o primeiro é um qualquer mestre de 'tainadas' auto-proclamado profundo conhecedor do Leitão. Se fosse um defensor do Leitão procurava que estas alegadas situações se resolvem e não se punha a dizer na imprensa nacional que o que alegadamente defende afinal não presta!
Mas sobre o assunto "da comunidade dos donos de restaurantes que não têm sentido de unidade", gostava de dizer que posso dizer por experiência que isso não é verdade e que eventualmente não haverá nenhum sector económico da Mealhada tão unido como este. Hoje, apesar de concorrentes e com concorrência feroz, há um sentido de solidariedade importante. O passado dia 10 de junho, em que o leitão esgotou em muitas casas, houve um sentido muito grande de solidariedade e partilha e em que muitas casas se uniram, partilharam carcaças e leitões assados, de modo a que nenhum cliente ficasse por servir. Tive clientes a virem recomendados por outros restaurantes e vice-versa. Essa informação é um mito!
É um mito, mas tb temos de compreender que quem não é solidário, não pode esperar solidariedade. Eu não tenho razões de queixa, antes pelo contrário, tenho recebido apoio, incentivo e solidariedade de todos, mesmo de concorrentes directos ou vizinhos!
E aos que garantem que aquilo que o sr. Duque diz é, "naturalmente" verdade, eu pergunto: Podem prová-lo? É que este artigo não o demonstra e mesmo ele parece não ter provas disso. Um nojo, portanto!

Comentários num post de Miguel Ferreira

sábado, 15 de junho de 2013

[1680.] Volver

Voltei aos jornais...
É a minha praia, é onde me sinto bem. Obrigado aos que permitiram que voltasse a sentir aquela sensação intima de felicidade.