segunda-feira, 22 de junho de 2015

[2118.] Isto...


Enquanto o PDR quiser ser isto, o partido do Marinho Pinto, nunca será mais nada! Aliás, nunca será nada!

[2110.] Coincidências perfeitas


Eram 17h 38m de 21 de junho de 2015. O sol estava mais perto do que nunca neste ano. Na Lameira de São Geraldo, nesse preciso momento, o Duarte fazia a sua primeira promessa, como lobito.
Há momentos felizes, coincidências perfeitas. 

sábado, 20 de junho de 2015

sexta-feira, 19 de junho de 2015

[2101.] A Valsa do Sai Não Sai


Mais um dia de "Valsa do Sai Não Sai". 
Mais um dia em que ninguém quer que a Grécia saia do euro, mas em que nada acontece para que saia ou não saia. 
Mais um dia em que a arrogância da esquerda grega (e europeia) fala da solidariedade do perdão cego. 
Mais um dia em que à direita falta coragem para assumir decisões. 
Mais um dia em que se faz a apologia do "que se lixem as regras!".
Mais um dia em que a Europa demonstra que não tem sustentabilidade política para resolver problemas.

Mais um dia de miséria.

[2119.] Privilegiado

Sou, efectivamente, um privilegiado. Tive e tenho, ainda, a grande sorte de poder conviver com pessoas extraordinárias, eu arriscaria mesmo a, com pouca humildade, gabar-me de, de certa maneira, ter acesso às pessoas mais interessante do meu tempo da comunidade onde me insiro.
Foi assim no passado, é assim hoje.

Hoje o meu fim da tarde foi passado a tomar um delicioso e requintado chá, com uma senhora interessantíssima a conversar sobre História e sobre o futuro com História na nossa região. Deambulámos desde os bordados de Castelo Branco até à Maçonaria no concelho da Mealhada, passando pelos judeus sefarditas de Medelim, da raia e da city londrina. 

Foi uma delícia e um privilégio. 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

[2117.] "Manhãs na RCPfm"


No dia 17 de junho de 2015, como diretor da EPVL, falei no programa "Manhãs da RCP" que a Rádio Clube da Pampilhosa promoveu na edição de hoje.


segunda-feira, 15 de junho de 2015

[2100.] Foi bonita a festa(me), pá!


Na foto não estão todos. À hora que houve tempo para nos lembrarmos de tirar uma foto alguns já tinham recolhido, já se estava na fase dos finalmentes depois da festa acabada. Mas ficou esta, com todos os que estiveram mas não estão aqui a estarem também. 

Foi bonita a Festa(me) pá! Mais uma vez. Pela terceira vez, mas com um gostinho especial. Um carácter especial que começou por ser triste, a doença do mentor da equipa e líder da demanda, mas que terminou com um sentimento de dever cumprido, de resistência e de superação das dificuldades. E isso dá-lhe um gosto especial.
Um gosto especial pelo facto de, uma vez mais, ficar demonstrado que em querendo tudo se consegue. Pelo facto de se revelarem novos talentos e novas lideranças. Pelo facto de ficar patente que o dever e o devir seguem juntos, quando as circunstâncias a isso obrigam e "juntos seremos o que quisermos".

OBRIGADO A TODOS OS QUE TORNARAM ESTE COMBATE FRUTÍFERO.
Obrigado a todos os que ofereceram bens, deram trabalho, deram os prazer da sua companhia, o prazer do seu obrigado, a satisfação da sua satisfação.

E, naturalmente, a todos os que trabalharam incessantemente nestes dias para que, uma vez mais, a associação e o seu corpo de bombeiros se apresentassem condignamente perante a comunidade que servem.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

[2105.] 'Terra Viva' no FESTAME 2015


No dia 10 de junho de 2015, como diretor da EPVL - entidade detentora da PADARIA DA ESCOLA - falei no programa "Terra Viva" que a Rádio Província promoveu na edição de 2015 do FESTAME.

terça-feira, 9 de junho de 2015

[2098.] Exemplo do pacóvio português

Há uns dias participei numa cerimónia comemorativa da instalação em Portugal de uma empresa multinacional estrangeira.
A maior parte (a quase totalidade) do auditório era composta por portugueses. Havia talvez uma meia dúzia de estrangeiros.
Falou o diretor da empresa em Portugal, em português e a tradutora fez a transposição para inglês. 
Falou um membro da administração central portuguesa, titular de responsabilidades na área do apoio empresarial, e a tradutora traduziu para inglês. 
Falou um membro da administração da empresa no país de origem, em inglês... e a tradutora não fez nada... Os tugas que entendessem, se quisessem!

quarta-feira, 3 de junho de 2015

[2093.] O discípulo e os Mestres


Esta foto foi tirada no dia em que se realizou, na Quinta dos Três Pinheiros, em 1996, o I Encontro Regional da Educação, promovido pela Escola Secundária da Mealhada. Na altura eu era presidente da associação de estudantes e fazia parte da equipa de organização. À entrada, antes do inicio da sessão, encontrámo-nos e lá nos fotografaram. Já eramos bons amigos e eu já tinha aprendido muito com eles, mas ainda faltava muito. Ainda havia muito, mas mesmo muito a aprender!

[2092.] No ano em que fomos felizes

Escola Secundária da Mealhada
Escolíadas 1996


Imagem da claque


Prova de teatro
  
 
Prova de teatro

Prova de teatro

Prova da claque

Prova de música

Prova de teatro

Imagem da equipa na cerimónia de entrega de prémios.

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[2091.] Dois esqueletos, um ao outro unido / Foram achados num sepulcro só


Escola Secundária da Mealhada
Escolíadas 1995

Prova de Teatro
"O Noivado do Sepulcro", de Soares dos Passos.

[2089.] (Finalmente) Ganhámos as Escolíadas!


Foi com grande satisfação que soube que a Escola Secundária da Mealhada ganhou a finalíssima das Escolíadas 2015, a 26.ª edição do concurso criado por Claude Pires, em 1990. Muitos nunca acreditaram que isso algum dia fosse possível. Mas foi, e quem o conquistou merece o nosso reconhecimento, o nosso elogio e a nossa satisfação. Parabéns, muitos parabéns!
Mais do que uma vitória, vocês honraram 26 anos de grande esforço. 

A Escola Secundária da Mealhada é provavelmente, a única escola que, ininterruptamente, participou no Concurso  a escola com maior número de participações nas Escolíadas, 25 em 26 edições. Em 1996 conseguimos ir à Final (num tempo em que havia apenas um pólo e tudo acontecia nos Três Pinheiros), ficámos em segundo lugar... perdemos para a Marques Castilho, de Águeda. Sei que mais recentemente, talvez no inicio dos anos 2000, voltámos a ir à final... mas nunca tinhamos E ganhámos o caneco uma vez. Desta vez ganhámos a final do pólo de Aveiro e a Finalíssima. Foi bonito.

Em 1995 participei, pela primeira vez, na Equipa da Escola Secundária da Mealhada, na prova de Teatro. Representámos o "O Noivado do Sepulcro", de Soares dos Passos. Eu representei o noivo. Não ganhámos nem sequer a sessão, quanto mais aspirar a ir à final.

No ano seguinte, em 1996, eu era presidente da ASSESSEC - Associação de Estudantes da escola e na minha equipa tinha a malta dividida. Tinha membros dos corpos sociais da associação que achavam que a Mealhada nunca ganharia o concurso, porque sendo daqui, não interessava à organização que ganhasse. Tinha outros que achavam que valia a pena tentar. Salomonicamente decidimos fazer um referendo junto de todos os alunos da escola. Fez-se campanha pelo Não e pelo Sim. 
Ganhou o Sim, o vamos a isso!

Nesse ano conseguimos o que nunca havia sido possível fazer. As pessoas uniram-se, criou-se espírito de corpo e conseguimos ganhar a sessão e ir à final.
Liderei a equipa de organização - com ajuda de toda a gente, até dos professores que nessa altura estavam muito arredados destas lides - e integrei a equipa de teatro. Representámos uma peça chamada "A Teia". Eu fazia de pai do Nuno Cruz e foi nessa altura que deixei crescer a barba... para parecer mais velho (está nos primeiros seis segundos do video que está em baixo). Contracenavam connosco o Pedro Duarte, o Jorge Sousa, a Patrícia Grilo, entre outros.
Perdemos a final, mas eu ganhei uma namorada...
Foi bonito...

Em 1997, com a saída de uma grande equipa que entretanto tinha ido para a Universidade, as coisas esmoreceram em termos de dinâmica da escola. No entanto, acho que apresentámos uma das mais espantosas e espectaculares peças que eu vi nas Escolíadas. Uma peça do professor João de Oliveira, na altura professor da escola que escreveu um texto brilhante, baseado no Manifesto Anti-Dantas, de Almada Negreiros. Era o "Manifesto Anti-Tchancas" e uma fina critica ao sistema educativo português vigente nesse tempo da "Geração Rasca". Excertos da peça estão neste video. Nessa altura, eu já de pera, subia ao palco com o Sérgio Semedo, o Miguel Ângelo Cruz e o Rafaele Mannarino.  

Ver a Escola Secundária da Mealhada ganhar na sexta-feira foi sentir que foi feita justiça. 26 anos depois. Naquela que pode ter sido a última sessão das Escolíadas, apesar de eu achar que não vai ser, que vai sempre ser encontrado um caminho. Tenho essa esperança.

Continuo a acreditar que o projecto Escolíadas é talvez a única hipótese viável e honesta de democratizar a cultura e a experiência artística na formação integral dos jovens da região Centro de Portugal. Foi a primeira vez que subi a um palco com uma casa cheia, e ser avaliado, que organizei e liderei uma equipa com vista a um objectivo comum e central.
As Escolíadas são parte de mim e do meu passado.  

[Informação actualizada em 03JUN às 15h14m] 
    

[Em 2007, numa Gala de Entrega de Prémios, no Cineteatro Messias, Claude Pires teve a amabilidade de me obsequiar com a produção e divulgação deste vídeo. 
Eu sinto-me Geração Escolíadas]

terça-feira, 2 de junho de 2015

[2088.] O Cante alentejano é música de novos.



A Moda Mãe 
(Episódio 5)
Os Guardas bateram 
(ao vivo, na taberna 'O Lucas', em Cuba do Alentejo)

Ando numa fase António Zambujo. E isso fez-me chegar aos irmãos Caixeiro, com especial destaque para o António, aos irmãos Emídio, e logo a seguir aos "A Moda Mãe", e ainda ao 'Buba' Espinho e ao grupo "Os Bubedanas". No fundo ao novo e moderno Cante Alentejano.

Fica aqui uma das musicas destes tipos, gravadas ao vivo e em ambiente informal, numa taberna de Cuba do Alentejo.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

[2087.] Ilusões de óptica? Ou apenas pontos de vista?



Passei hoje pelo Largo de Saldanha, em Lisboa, a toda a brida, de táxi. Não deu tempo para tirar a foto e por isso tive de me socorrer da imagem que encontrei no Google...
Mas dizia eu... 
Vinha da Avenida da República e encontro uma imagem brutal, nada mais nada menos do que o próprio João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun, o 1.º Duque de Saldanha, o mais notável político português do período da Monarquia Constitucional Portuguesa, numa posição de completa subjugação perante o majestoso edificio onde está instalada a Deloitte, uma das grandes multinacionais que nos governam, através da longa mannus dos mercados.

Pareceu-me brutal.
Quando lá passarem aproximem-se das costas do Duque e vejam a postura, e a sua pequenez, face à multinacional.  

[2086.] Hoje é dia de andar por aqui


Santo Antoninho... 'Troce' por nós!